sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Samsung acusa Apple de copiar iPad de filme de ficção científica

Empresa sul-coreana diz que design do iPad é igual ao de aparelho visto em trecho do filme '2001: Uma Odisseia no Espaço'


A Samsung acusou a Apple de ter plagiado o design do iPad de uma cena do clássico filme “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, de 1968.
Tablet do filme tem formato muito similar ao iPad, diz Samsung
Tablet do filme tem formato muito similar ao iPad, diz Samsung
Segundo informações do blog Foss Patents, do especialista em patentes Florian Muller, a companhia sul-coreana apresentou ao tribunal da Califórnia, na noite desta terça-feira (23), um trecho do filme mostrando dois astronautas usando aparelhos muito parecidos com os tablets da Apple.
A acusação é mais uma tentativa inusitada da Samsung de responder a alegação da Apple de que a linha Galaxy de celulares e tablets copia “escancaradamente” os iPhones e iPads.
A Samsung afirma que “assim como no design registrado na Patente D’889, o tablet do filme tem uma forma retangular com uma tela de exibição, bordas estreitas, uma superfície predominantemente plana, uma parte traseira plana e um formato fino."
O trecho do filme, do diretor Stanley Kubrick, está disponível no YouTube: http://buble.me/4577a3
A corte norte-americana ainda não decidiu se aceitará ou não o argumento da Samsung.

Este material está disponível em www.Tecnologia.BR.MSN.com/Noticias

Estados Unidos desenvolvem avião para chegar a 21.000 km por hora

Nave hipersônica seria capaz de levar uma pessoa de Porto Alegre até Manaus em apenas 12 minutos


A Agência de Pesquisa de Projetos Avançados de Defesa dos Estados Unidos (Darpa) está trabalhando em um avião capaz de voar a mais de 21 mil km por hora, ou seja, quase 20 vezes a velocidade do som.
Alta velocidade causa superaquecimento em torno da estrutura do avião
Alta velocidade causa superaquecimento em torno da estrutura do avião
Conhecido como Falcão Veiculo de tecnologia hipersônica (Falcon HTV, na sigla em inglês) este avião não tripulado é projetado para bombardear, grifo meu, alvos em qualquer ponto do planeta em menos de uma hora.
Para atingir esta velocidade, o HTV é lançado de um foguete, o Minotaur IV, e liberado a 15 mil metros de altitude. Livre no espaço, ele acelera seus reatores até atingir a velocidade de 21 km por hora e segue em direção ao seu alvo.
Dois testes já foram realizados para transformar a teoria em a prática. No primeiro deles, realizado em abril, a nave não foi aprovado porque sua estrutura não suportou a temperatura de 3 mil graus Celsius causada pelo atrito com a atmosfera e explodiu.
Com uma velocidade tão alta, a estrutura precisa ser muito eficiente para proteger os componentes internos do avião.
No segundo teste, realizado em 11 de agosto passado, o novo protótipo HTV2 estava voado conforme o planejado, até que na trajetória de descida a nave perdeu o contato com a base norte americana de controle e caiu no oceano pacífico.
Apesar dos fracassos, os desenvolvedores continuam trabalhando no projeto e já planejam um terceiro teste. No futuro, a Darpa também sonha em criar um subproduto do avião como uma versão civil tripulada.
Se conseguirem, daqui 20 anos uma pessoa poderia viajar de Porto Alegre até Manaus em apenas 12 minutos - uma verdadeira revolução na locomoção do ser humano ao redor do globo.

Este material está disponível em www.Tecnologia.BR.MSN.com/Noticias

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

MEC proíbe instituições não educacionais de oferecerem cursos de pós-graduação

Agência Brasil (Amanda Cieglinski)
 O Ministério da Educação (MEC) publica amanhã (4.08.2011) novas regras que restringem a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu (curta duração). A partir de agora, instituições não educacionais – como sindicatos, organizações não governamentais (ONGs), conselhos de classe, universidades corporativas e hospitais –, que antes eram autorizadas a oferecer especialização, não receberão mais o reconhecimento do ministério. Cerca de 400 instituições não educacionais tinham esses cursos e 134 esperavam autorização do MEC para funcionar. A resolução que determinou as mudanças foi elaborada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e homologada pelo ministro Fernando Haddad.

“O que essas instituições buscavam sempre era o carimbo do MEC, transformando o credenciamento da instituição em um aval de qualidade do ministério em relação aos cursos que elas ofereciam”, diz o secretário de regulação e supervisão da educação superior do MEC, Luís Fernando Massonetto. “E isso causava sempre um certo incômodo por parte do MEC, porque o fato de você autorizar o funcionamento não significa que chancela o curso, no sentido de indicar que ele seja feito por alguém.”

As organizações continuarão podendo oferecer os seus cursos. No entanto, eles serão considerados cursos livres, e não uma pós-graduação. A matrícula e o diploma de especialização serão assegurados aos alunos matriculados nesses cursos até 31 de julho passado. “O valor da pós-graduação lato sensu é muito dado pelo o que o mercado considera sobre aquele título. Em algumas áreas, o curso livre hoje é mais valorizado do que um de especialização”, assinala o secretário.

Ficam excluídas as chamadas escolas de governo que são criadas e mantidas pelo Poder Público. A saída indicada pelo MEC às instituições não educacionais é transformar o curso lato sensu em mestrado profissional. Essa modalidade da pós-graduação é gerenciada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e tem um perfil de formação mais voltado para o mercado de trabalho, não sendo necessário ser uma instituição educacional para oferecê-la. Esses cursos deverão ser submetidos aos processo de avaliação do órgão.

“Há a vantagem de ter o acompanhamento e o selo Capes, que têm uma importância muito grande. Os bons cursos lato sensu hoje já têm quase todas as características de um mestrado profissional, com uma ou outra adaptação. É muito mais conveniente que esse curso seja ministrado como mestrado com essa garantia do que ficar como se fosse um curso livre, que não é continuamente avaliado”, observa o presidente da Capes, Jorge Guimarães.

No caso da pós lato sensu, para receber o credenciamento especial do MEC, as instituições não educacionais tinham que atender a algumas exigência como carga horária mínima de 360 horas e pelo menos 50% do corpo docente formado por mestres ou doutores. Para criar um mestrado profissional , as regras são diferenciadas. A resolução da Capes que regula a modalidade fala apenas em “ apresentar, de forma equilibrada, corpo docente integrado por doutores, profissionais e técnicos com experiência em pesquisa aplicada ao desenvolvimento e à inovação.”

 
Este material está disponível em Tecnólogo & Educação