domingo, 5 de dezembro de 2010

Árvores em 3D no Google Earth

Empresa fez parcerias com institutos de preservação para remodelar áreas de desmatamento

BBC

O Google Earth está prestes a ganhar uma mudança de imagem graças a mais de 80 milhões de árvores em 3D que povoam o produto.

“Árvores fazem parte do mundo em que vivemos e se você voar para São Francisco com as árvores ligadas ao invés de desligadas terá uma sensação diferente sobre como a cidade se parece”, disse o vice-presidente do Google Earth, apropriadamente chamado de Mister Birch (ou senhor Bétula).

Ele acrescenta que plantar mais de 80 milhões de árvores apresentaram alguns desafios técnicos: imaginar onde colocá-las, certificar-se de que eram o tipo certo para a área designada e torná-las distintas o suficiente para diferenciar uma espécie da outra.

Para começar, seis grandes cidades ganharam mais de 60 tipos de árvores diferentes: Atenas, Berlim, Chicago, Nova York, São Francisco e Tóquio são agora o lar de dezenas de modelos de espécies de árvores, do bordo japonês ao cacaueiro.

O Google Earth também fica um pouco político quando Mr. Birch explica que eles já começaram a modelar zonas e áreas de florestas do mundo que estão ameaçadas, a exemplo da Amazônica e a do Quênia, e parte do trabalho que está sendo feito para restaurar o meio ambiente.

O gigante das buscas trabalhou em parceria com grupos como o Green Belt Movement, na África, o Amazon Conservation Team, no Brasil, e a Comissão Nacional para o Conhecimento e Uso da Biodiversidade (Conabio), no México.

“Nós queremos contar uma história mais ampla sobre as árvores, o desmatamento e as mudanças climáticas para chamar a atenção sobre o que está acontecendo em nosso planeta”, disse ele. “Isso demonstra como as árvores são especiais e que precisam ser protegidas”, completou Raleigh Seamster, membro da equipe do Google Earth. “Remodelar as áreas de desmatamento vai atrair ainda mais atenção ao que está acontecendo.”

O Street View também está envolvido mais fortemente na oferta. Sim, o mesmo produto que está com a reputação manchada no que diz respeito a mostrar fragmentos de informações que não deveriam ter sido reveladas enquanto os carros dirigiam perto das casas das pessoas tirando fotos da vizinhança.
“O nosso objetivo é criar um espelho do mundo onde as pessoas possam viajar a terras distantes e aprender sobre o planeta e suas diferentes regiões. Um dos problemas é que a experiência não o liga ao plano real”, disse Mr. Birch.
“O Google Earth faz um ótimo trabalho ao sobrevoar montanhas, cidades e aquele antigo bairro de seu tempo de infância. Mas todos nós vivemos no mundo real e andamos pelas ruas e é assim que podemos vivenciar o planeta, e essa interação com o Street View nos dá a oportunidade de completar essa conexão entre o nível das ruas (o real) e o de poder ‘voar’ a qualquer lugar.”

Uma última mudança é um esforço para tornar mais fácil a localização de imagens de lugares históricos disponíveis em cada área.

A melhoria foi incluída no último lançamento; essa versão faz um convite aos usuários para voar à uma região com imagens históricas disponíveis e ver os dados de antigas imagens numa barra de status na parte de baixo da tela – de Londres durante a blitz na Segunda Guerra Mundial até a cidade de Porto Príncipe, no Haiti, antes e depois do terremoto que devastou a região em janeiro deste ano.

Este material está disponível em www.Veja.Abril.com.br/Noticia

sábado, 4 de dezembro de 2010

Vulcão obriga Equador a evacuar aldeia

4/dez/2010: Várias aldeias situadas em áreas consideradas de alto risco foram evacuadas por conta da forte erupção do vulcão Tungurahua, no centro dos Andes equatorianos, que há duas semanas aumentou sua atividade. O Tungurahua, de 5.019 metros de altura e situado a cerca de 180 quilômetros ao sul de Quito, começou sua atual erupção em 1999 e, desde então, vem intercalando períodos de forte atividade e de relativa calmaria
Quito, 4 dez (EFE).- Várias aldeias situadas em áreas consideradas de alto risco foram evacuadas por conta da forte erupção do vulcão Tungurahua, no centro dos Andes equatorianos, que há duas semanas aumentou sua atividade.

Habitantes da região comentaram à Agência Efe que foi realizada a evacuação de pessoas das áreas de perigo e que as autoridades bloquearam a entrada em locais de risco.

"É uma forte erupção, com fluxos piroclásticos (material magmático) que estão descendo pelas fendas", informou um especialista do Instituto Geofísico (IG) da Escola Politécnica, lembrando que "o vulcão já vinha apresentando alguma atividade" há duas semanas, mas que aumentou sua potência na manhã deste sábado de forma considerável.


O Tungurahua, de 5.019 metros de altura e situado a cerca de 180 quilômetros ao sul de Quito, começou sua atual erupção em 1999 e, desde então, vem intercalando períodos de forte atividade e de relativa calmaria.



Este materila está disponível em www.Noticias.UOL.com.br/Ultimas-Noticias/EFE

EUA relatam que FAB disse preferir caça F-18


Wikileaks
O comandante da FAB (Força Aérea Brasileira), brigadeiro Juniti Saito, aparece em um despacho secreto da diplomacia norte-americana afirmando dar preferência aos F-18, aviões caça dos Estados Unidos, informa reportagem de Fernando Rodrigues, publicada na edição deste domingo da Folha.

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Trata-se de referência a uma das maiores licitações da história da Aeronáutica, que pretende adquirir 36 aviões por um valor aproximado de R$ 15 bilhões. A preferência do Palácio do Planalto é pelos equipamentos oferecidos pela empresa francesa Dassault, que fabrica o Rafale.

Segundo a reportagem, em 31 de julho do ano passado, o telegrama secreto assinado pelo então embaixador norte-americano em Brasília, Clifford Sobel, dizia que Saito tomou a iniciativa de ter uma conversa reservada em jantar no dia anterior para o general Doug Fraser, comandante do Comando Sul. Na conversa, Saito disse que "não existia dúvida, do ponto de vista técnico, que o F-18 era o melhor avião". Esse é o caça produzido pela empresa Boeing.

Esse despacho diplomático ao qual a Folha teve acesso é um entre milhares obtidos pela organização não governamental WikiLeaks. Além desse telegrama, a Folha teve acesso a vários outros que tratam da compra dos caças pelo Brasil.

Leia a reportagem completa na www.Folha.com.br deste domingo, que já está nas bancas, se você for assinante é claro.

Este material está disponível em www.Folha.UOL.com.br/Poder