segunda-feira, 30 de maio de 2011

PlayStation 4 pode ter processador Cell com 16 núcleos sinérgicos

Nova geração de chips teria ao menos o dobro da potência, podendo equipar também novos televisores da linha BRAVIA. 


(Fonte da imagem: Divulgação/Sony)
O PlayStation 4 ainda pode estar distante de seu lançamento, no entanto o processador que colocará a quarta geração do console para funcionar pode estar atualmente em desenvolvimento. Segundo fontes do site Smarthouse.com.au, a Sony trabalha atualmente em um novo processador em conjunto com a IBM, que foi quem originalmente arquitetou o processador Cell.
Segundo afirmaram ao site algumas fontes anônimas da IBM, um novo processador de múltiplos núcleos que está há vários anos em desenvolvimento faz parte agora de um esforço conjunto com a empresa japonesa. Vale lembrar que a Sony recomprou recentemente a fábrica que produziu o processador Cell em Nagasaki — e há quem argumente que ela será utilizada para manufaturar os processadores para os aparelhos da Toshiba, IBM e da Sony.
O novo processador, aparentemente, poderia trazer até 16 SPEs (Elementos de processamento sinérgico, na sigla em inglês) o que, em termos práticos, significa algo duas vezes mais rápido que o processador Cell atual. Rumores indicam ainda que a tecnologia poderá ser utilizada também nos notebooks da Sony e nas TVs do selo Bravia. Até o momento, a Sony se recusa a comentar sobre a produção. Aguarde novidades.

Via Baixaki Jogos

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Apple planeja loja na região Norte e iTunes no Brasil

BRUNO ROSA
Foto: AFP 
RIO - A americana Apple investe cada vez mais no Brasil. Se a primeira versão do iPad levou oito meses para chegar ao país, a segunda desembarca dois meses após o início das vendas no varejo dos Estados Unidos. A gigante da tecnologia acelera ainda a abertura de lojas no país. Só em 2010 foram 14 espaços, alta de 55% em relação ao ano anterior. Nesses primeiros meses de 2011, já são quatro novos endereços.
Enquanto a chinesa Foxconn se prepara para iniciar a produção dos tablets em São Paulo, o iPad 2, ainda importado, foi lançado nos primeiros minutos de hoje na capital paulista. O produto desembarcou no país há algumas semanas, após a homologação pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), no fim de março. Especialistas acreditam que a Apple passou a apostar fortemente no Brasil após verificar o bom desempenho do iPhone 3G, lançado em julho de 2008. Foi quando a companhia decidiu acelerar seus projetos. A primeira versão do smartphone sequer chegou ao Brasil.
- A Apple começou a verificar que boa parte do volume de iPhones vendidos nos EUA estava em uso no Brasil. Com isso, passou a olhar o país com outros olhos. Claro que a crise nos EUA e na Europa forçou a companhia a buscar uma intensificação dos negócios em mercados emergentes, como Brasil e China - disse Fabio Soares, da FConsultoria.
Empresa pretende abrir uma loja na Região Norte, diz fonteAtualmente, de acordo com pesquisa da consultoria Gartner, o sistema operacional da Apple, o iOS, tem 7% do mercado de smartphones no país. A empresa está atrás da Nokia, com o Symbian; da Google, com o Android; e da RIM, dona do Blackberry.
- A Apple decidiu trazer para o Brasil o iPad 2 em um momento que ainda há falta do produto nos EUA. O Brasil está cada vez mais perto de entrar na lista de países que recebem os produtos primeiro, como as nações da Europa e o Japão. É só uma questão de tempo - disse uma fonte ligada à empresa.
Hoje, a Apple soma 25 lojas no país, através de parcerias com redes locais, como Saraiva e Fast Shop. Segundo uma fonte do setor, a americana negocia também a abertura de um espaço na Região Norte do país. A empresa intensifica ainda as vendas de seus produtos em redes varejistas. Recentemente, passou a comercializar seus produtos no Ponto Frio e Fast Shop, além de levar o iPad para Wal-Mart e Extra, com agressiva campanha de marketing.
Cartões pré-pago para o iTunes chegarão ao BrasilSegundo o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour, há a intenção de trazer para o Brasil o iTunes, serviço on-line que comercializa músicas e vídeos. As redes varejistas irão vender cartões, com direito a créditos. Neles, os clientes comprarão o conteúdo, descontando o valor depositado. Apesar de a Apple já trabalhar no desenvolvimento de uma versão brasileira para o site há quase dois anos, só agora conseguiu chegar à fase final do projeto. O Pão de Açúcar afirmou que negocia com a empresa, mas frisou que não há nada fechado.
Já o Carrefour disse que vai comercializar os cartões. A companhia francesa ressaltou, porém, que ainda avalia como serão feitas as vendas. Inicialmente, os negócios acontecerão apenas no site da rede varejista. Mas ainda não há uma data definida para o início das vendas.
Esse é o serviço que faltava para a Apple. No fim de 2008, a App Store, que vende aplicativos para iPhone e iPad, ganhou versão nacional. Em outubro de 2009, a empresa lançou sua loja on-line. Com isso, computadores, notebooks e tocadores de música digital, os iPods, passaram a ser vendidos aqui no mesmo dia do lançamento nos EUA.

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Foxconn no Brasil: Foxconn apresenta lista de exigências e não define local para abrir complexo de produção de tablets;
Tablet: Fabricantes de tablets aumentam as apostas no Brasil.

*Colaborou Melissa Cruz

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Foxconn apresenta lista de exigências e não define local para abrir complexo de produção de tablets

Lino Rodrigues e Ronaldo D'Ercole
SÃO PAULO - O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou na quinta-feira passada, dia 26/05/2011, que a taiwanesa Foxconn apresentou "uma lista de necessidades" (leia-se exigências) para consolidar seus investimentos no país e construir um complexo industrial para a fabricação verticalizada de produtos eletroeletrônicos, nos moldes do que a empresa tem na China.
A companhia anunciou no fim de abril, durante uma visita da presidente Dilma Rousseff à China, a intenção de investir cerca de US$ 12 bilhões no Brasil. Segundo o ministro, a unidade da Foxconn já em funcionamento em Jundiaí, a 60 quilômetros da capital paulista, será mesmo reestruturada para abrigar as linhas de produção de tablets (iPad) e celulares (iPhone) da Apple.
Quanto ao complexo industrial (a chamada "cidade inteligente", como está sendo tratada pelos taiwaneses), a empresa ainda está a procura de um local que reúna vantagens como acesso fácil a rodovias, proximidade de um aeroporto internacional, grande disponibilidade de energia e banda larga e uma área com pelo menos 50 mil metros quadrados.
- O que eles disseram é que a planta para produzir um tipo de tablet e o iPhone será em Jundiaí, onde eles já estão. Mas o grande investimento, a chamada cidade inteligente, não está definido nem o estado e muito menos o município onde será implantada. Eles estão avaliando uma lista de áreas que levantaram - disse Mercadante, após participar de um seminário sobre política industrial e emprego promovido pela Federação das Indústrias do Estado São Paulo (Fiesp) e centrais sindicais.
Equipe do governo negocia locais com a empresaO ministro, que teve uma reunião de mais de três horas com representantes da Foxconn na quarta-feira, informou ainda que uma equipe do governo está negociando com os técnicos enviados pela empresa toda a agenda de investimentos e também a definição da área que abrigará o complexo industrial.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, também presente ao seminário, disse que, em função dos investimentos da Foxconn, em três anos o Brasil será o primeiro país fora da Ásia com uma unidade para produzir telas (displays) de cristal líquido para tablets e celulares, graças às exigências que foram incluídas nas regras do novo Processo Produtivo Básico (PPB), que permitirá a concessão de benefício fiscais.
- Colocamos no novo PPB exigências muito altas, muito pesadas de componentes nacionais num prazo razoavelmente curto. A partir de 2012 nós vamos incorporar cada vez mais nacionalização nos tablets - afirmou Pimentel.

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