terça-feira, 12 de julho de 2011

Mobile é utilizado por apenas 7,5% das empresas brasileiras, diz pesquisa

SMS, sites móveis e aplicativos para smartphones e tablets apresentam grande potencial de crescimento no mercado brasileiro

Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing

Somente 7,5% das empresas brasileiras usam o Mobile Marketing para se relacionarem com os consumidores. O índice pode parecer baixo – e realmente é –, mas representa um crescimento de 50% se comparado a 2010. Os números são da pesquisa “A Presença Mobile das 500 Maiores Empresas do País”, conduzida pela agência Mowa.
A pouca utilização da tecnologia móvel por parte das companhias pode ser explicada pela falta de educação e conhecimento do mercado sobre as oportunidades que estas ferramentas representam. O SMS é o recurso mais praticado pelas marcas no Brasil na hora de manter contato com o consumidor, com 29% das citações. Em seguida, aparecem aplicativos para smartphones (21%), sites móveis (17%) e plataformas para tablet (13%).
Os dados mostram o potencial de crescimento deste mercado, já que praticamente todos os brasileiros possuem pelo menos um aparelho celular. “O consumidor está pronto para receber este tipo de comunicação e vem utilizando os recursos que o celular oferece nos últimos 10 anos. Na medida em que estes recursos evoluem, a forma como o brasileiro os consome também evolui. É responsabilidade das agências e das empresas que detêm o orçamento de Marketing perceber a importância destas ferramentas”, explica Guilherme Santa Rosa, Vice-Presidente da Mowa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

SMS é universal
Não é à toa que o SMS é o recurso mais utilizado. De uma forma geral, o famoso torpedo é a tecnologia mais barata, simples e democrática para as marcas entrarem em contato com clientes e consumidores. Segundo dados da própria Mowa, no último mês foram registrados 212 milhões de celulares no país. Destes, a maioria esmagadora tem capacidade para receber as mensagens de texto, o que faz do recurso uma ferramenta universal para as empresas.
Quando o assunto é segmentação, no entanto, plataformas mais recentes como os tablets podem exercer um importante papel. O sucesso da categoria é impulsionado principalmente pelo iPad, da Apple. Antes mesmo de ser lançado no Brasil, o gadget já era visto nas mãos de muitos consumidores que fizeram questão de garantir o seu o mais rápido possível.
“Na medida em que o iPad passou a ser vendido por aqui, começou a se proliferar. É um canal muito novo, mas efetivo. Quem quer conversar com um público altamente qualificado e criar uma boa estratégia para tablets será bem-sucedido”, acredita Santa Rosa.

Cuidado com modismos
Outro queridinho do momento é o aplicativo, seja para smartphones ou tablets. O recurso é uma maneira eficiente que as marcas têm para gerar conteúdo e se relacionarem com os consumidores e pode representar um papel importante na estratégia de Marketing quando usado de forma consistente. Os números do levantamento da Mowa, entretanto, mostram que muito do que é realizado no mercado brasileiro ainda se baseia em modismos.
Enquanto os aplicativos são utilizados por 21% das empresas pesquisadas, apenas 17% têm sites móveis, o que de certa forma acaba sendo uma contradição. Na correria para acompanhar tendências, as companhias e as agências acabam pulando etapas e fazendo o dever de casa de forma incompleta.
“O site móvel deveria ser a etapa número 1. É um recurso fundamental e cada vez mais percebemos acessos aos sites institucionais por meio de celulares. Se o consumidor digita o endereço e não encontra uma versão mobile, ele recebe uma negativa da marca. Assim como hoje é uma obrigatoriedade que as empresas tenham um portal, o mesmo acontecerá em relação à versão móvel”, ressalta o Vice-Presidente da Mowa.

Pontos de contato móveis
Apesar da adesão por estas ferramentas ainda ser considerada baixa, há setores que já investem com mais frequência e há mais tempo. É o caso de telecomunicações. Como já poderia ser esperado, o segmento é o que mais investe em ações mobile de forma geral, com 33%, e lidera também o uso de SMS (47%). Já os aplicativos para smartphones são os mais usados pela indústria digital (40%), enquanto os sites móveis são maioria para bancos (35%). O segmento financeiro também é o que mais acumula investimento em tablets, com 30%. Não é para menos: O financeiro tem sido o setor precursor das novas mídias.
No boom da internet, os bancos foram os primeiros a criarem mecanismos para que os clientes não precisassem ir às agências e chegaram na frente ao lançar o mobile banking, ainda com aparelhos mais simples dos que estão hoje disponíveis no mercado. Com a proliferação dos smartphones, a tendência é que eles continuem na vanguarda. Aparecem em destaque ainda os segmentos de varejo e bens de consumo, representados pelas empresas que lidam diretamente com os consumidores. O que não significa que outras categorias e até mesmo o B2B não tenham espaço para o Mobile Marketing.
“Existem serviços, mas a lacuna é maior. O B2B ainda está tateando este mundo e descobrindo a melhor forma de se posicionar. O mobile é uma oportunidade para todos os setores. Cada empresa, de acordo com o seu perfil, terá uma estratégia melhor. As marcas não precisam estar em todos os canais disponíveis, mas devem criar pontos de contato com seus públicos, tornando-se acessíveis a quem tem um celular na mão”, diz o executivo da Mowa.

Este material está disponível em www.MundoDoMarketing.com.br

Igreja russa comemora 450 anos de fundação

Comemorações vão se estender por três meses, até o Dia da Intercessão

Começam nesta terça-feira, 12, as comemorações dos 450 anos de fundação da Catedral de São Basílio, templo monumental na Praça Vermelha, de Moscou, dedicada à Intercessão – a mediação que os santos fazem em benefício dos fiéis. Devido a essa característica da Catedral, as comemorações vão se estender por três meses, até 14 de outubro, quando a Igreja Ortodoxa Russa comemora o Dia da Intercessão
[Deve-se observar que a fundação da Catedral de São Basílio, comemorada em 12 de julho na Rússia, é também considerada, pela diferença histórica dos calendários, como tendo ocorrido em 29 de junho, e nessa data foi também noticiada aqui no site Diário da Rússia.]
Construída por ordem de Ivã o Terrível, a Catedral de São Basílio, na Praça Vermelha, é um símbolo da Moscou fantástica e monumental
A Catedral de São Basílio, que até hoje se ergue majestosa na Praça Vermelha, em Moscou, foi construída por ordem de Ivã o Terrível, em homenagem à conquista russa de Kazan e Astracã. Segundo reza a lenda, o Czar Ivã gostou tanto do templo que mandou cegar o seu arquiteto, Postnik Yakovlev, para que ele não tivesse condições de construir uma obra parecida em outra cidade. A Catedral de São Basílio é desde 1990 parte do conjunto do Kremlin e da Praça Vermelha, Patrimônio Mundial da UNESCO, o órgão das Nações Unidas voltado para a Educação, Ciência e Cultura. O edifício original – a Igreja da Trindade e, depois, Catedral da Trindade – era circundado por outros oito templos, um deles erguido sobre o túmulo de São Basílio.
Desde 1928, a Catedral também funciona como filial do Museu Histórico do Estado. Recentemente, foram concluídas as obras de reforma da Catedral, que demoraram 10 anos e consumiram 390 milhões de rublos, cerca de 22 milhões de reais.

Este material está disponível em www.DiarioDaRussia.com.br/Fatos

 

Guia de segurança digital: Saiba como se proteger dos hackers

Ramon Cardoso Da redação

A recente onda de ataques a importantes servidores no mundo – como os sites do Governo brasileiro, e a PlayStation Network, da Sony, por exemplo – fez muita gente se perguntar “será que o meu computador está protegido?”. A resposta, apesar de frustrante, é “Não!”, e seria ilusão pensar que, se até a NASA e o FBI já foram invadidos, nós, 'meros mortais', estaríamos imunes.
Em geral, o método de ataque mais comumente utilizado pelos hackers é o DoS (Denial of Service, em português, Ataque de Negação de Serviço). Ao contrário do que muitos pensam, esse tipo de ataque não utiliza diretamente os computadores utilizados pelos próprios hackers, mas servidores externos e até mesmo computadores comuns, como esse aí na sua frente.
Ameaças virtuais (Foto: Arte/TechTudo)
Ameaças virtuais (Foto: Arte/TechTudo)
Tirando o fato de que o seu computador possivelmente não seja tão interessante para os hackers quanto os da NASA ou os do FBI, existem algumas medidas que podem ser adotadas por você para dificultar uma “invasão” desse tipo e proteger o seu computador contra hackers. A principal delas é a utilização de um bom firewall, que são dispositivos responsáveis por controlar o tráfego de dados entre computadores e a rede externa.
Obviamente, a utilização de antivirus e antimalwares - além de senhas seguras e bom senso durante a “navegação” - também é um importante fator para aumentar a segurança do seu computador.
Para facilitar, o TechTudo criou este guia de segurança digital, e blog David-Invictus com importantes dicas sobre como deixar o seu computador mais seguro. Abaixo, listaremos algumas opções (gratuitas e pagas) de firewalls, antivírus e antispyware, bem como dicas para tornar seus hábitos de navegação mais seguros.
Importante: os softwares listados abaixo devem ser utilizados individualmente - apenas um antivírus, um antispyware e um firewall. A utilização simultânea de mais de um programa da mesma categoria, como dois antivirus, pode causar conflitos entre as ferramentas de proteção e impedir o correto funcionamento da mesma, reduzindo sua eficácia.
Firewall
Firewall (Foto: Reprodução)
Firewall (Foto: Reprodução)
Como explicado anteriormente, um firewall (algo como "barreira de fogo", em português) é um software responsável por criar diretivas de segurança para o tráfego de dados, criando "barreiras" às ameaças presentes na rede externa, por meio do monitoramento das portas do computador - o equivalente a uma portaria de prédio, só que no seu computador.
A não-utilização de um firewall deixa o computador desprotegido e vulnerável ao acesso de pessoas e softwares mal-intencionados, deixando as portas (de conexão do computador) livres para que qualquer um acesse.
Desde o XP, lançado em 2001, o sistema operacional Windows passou a incluir um serviço de firewall próprio em seu sistema, o Windows Firewall. Porém, muitos usuários, por motivos diversos, optam por utilizar serviços de firewall independentes, escolhendo entre as diversas opções disponíveis no mercado.
É importante lembrar que o "firewall adequado" varia de acordo com as características de navegação de cada usuário, assim como suas necessidades. O principal motivo para isso é que a maioria dos softwares necessita de configurações iniciais e de um tempo para se adaptar ao sistema e à forma de utilização do internauta.
ZoneAlarm Firewall: versão gratuita do famoso Zone Alarm Pro Firewall, considerado por muitos o melhor firewall da atualidade. Com várias ferramentas de segurança e recursos para monitoramento ativo do computador, o ZoneAlarm promete proteção total contra ataques virtuais e conteúdos maliciosos, exibindo alertas e notificações sempre que uma atividade suspeita é detectada.
ZoneAlarm (Foto: Divulgação)
ZoneAlarm (Foto: Divulgação)
Comodo Firewall: o Comodo Firewall é uma das melhores opções gratuitas do mercado. O software faz parte da suite de proteção Comodo Internet Security, composta por firewall, antivirus e software de manutenção. O firewall Comodo exige um pouco de paciência para ser configurado e para identificar, permitir ou bloquear (caso seja detecada uma ameaça) as atividades do computador, mas é muito bom.
Outpost (Foto: Divulgação)
Outpost (Foto: Divulgação)
Outpost Firewall Free: assim como o ZoneAlarm, o Outpost possui uma versão paga, o Outpost Firewall Pro. Apesar de possuir menos recursos que a versão comercial, o Outpost Free é uma ótima ferramenta de proteção e cumpre com as funções de um bom firewall. O software também possui recursos de monitoramento em tempo real e, graças ao seu banco de dados, é capaz de identificar e impedir o acesso das principais ameaças virtuais.

Antivírus

Existem diversos tipos de vírus na internet e, graças à constante produção dessas "pragas virtuais", muitos ainda não foram identificados. Suas ações variam desde simples modificações no sistema até a liberação do acesso de usuários externos (hackers), que podem utilizar seu computador como ferramenta para a realização de ataques.
Por esse motivo, mais importante do que a própria escolha de um software antivírus é a atualização constante de os bancos de dados, disponibilizados regularmente pelas empresas desenvolvedoras com as principais ameaças detectadas. Além disso, a realização de verificações periódicas também é outro fator que reduz os riscos de ataques e invasões.
Avast! Free Antivirus (Foto: Divulgação)
Avast! Free Antivirus (Foto: Divulgação)
avast! Free Antivirus: versão gratuita do famoso Avast, um dos antivírus mais utilizados em todo o mundo. Para sua nova versão, a empresa desenvolvedora promete, além de uma interface mais bonita, ferramentas mais leves e eficientes de proteção e detecção de vírus e spywares, além do tradicional superbanco de dados, atualizado regularmente com as principais pragas da internet.
Avira AntiVir Personal Free: outra excelente alternativa para internautas que desejam um antivírus gratuito, porém leve e eficaz. Com sua ferramenta de detecção em tempo real, o Avira mantém o computador constantemente protegido. O software também monitora as ações dos usuários e os sites visitados, realizando buscas por atividades suspeitas e páginas potencialmente prejudiciais.
Avira AntiVir (Foto: Divulgação)
Avira AntiVir (Foto: Divulgação)
Kaspersky: o Kaspersky é um antivírus pago, e já foi considerado o melhor do mercado por sites especializados em softwares de proteção. O aplicativo protege o computador contra vírus, worms, cavalos de troia, spywares e outros tipos de malware, baseando suas ferramentas de detecção e remoção em um banco de dados constantemente atualizado. Nesta versão para download, o Kaspersky está disponível para teste durante 30 dias.
Antispyware
Spyware (programas espiões) é um tipo de malware, responsável por invadir o seu computador e, sem o seu conhecimento ou autorização, transmitir dados confidenciais (como sua senha do banco, e-mail ou rede social) para uma rede externa. Com isso, a praga torna o sistema vulnerável e passível de ser utilizado por usuários maliciosos.
Da mesma forma que os programas antivírus, os antispywares têm a função de impedir o acesso de pragas aos dados, identificando e removendo as que, eventualmente, já tenham sido instalado. A atualização constante dos softwares e a utilização conjunta de um antivírus - alguns vírus contém spywares - são as melhores formas de aumentar a segurança do seu computador.
Ad-Aware (Foto: Divulgação)
Ad-Aware (Foto: Divulgação)
Ad-Aware: ferramenta desenvolvida pela Lavasoft e especializada na detecção e remoção de spywares presentes no sistema. O software já foi considerado o melhor de sua categoria por alguns sites especializados e ainda é uma das melhores opções gratuitas. O Ad-Aware é capaz de detectar vírus, trojans, rootkits, keyloggers e diversos outros tipos de códigos potencialmente maliciosos presentes nos computadores.
ZoneAlarm Anti-Spyware: o ZoneAlarm aparece novamente na lista, dessa vez sob a forma de uma poderosa ferramenta para detecção e remoção de spywares e outras ameaças. Além do tradicional método de identificar e remover arquivos maliciosos já instalados no sistema, o ZoneAlarm Anti-Spyware possui o diferencial de identificar ameaças antes que elas cheguem ao computador e impedir o acesso.
Spyware Doctor: assim como o Ad-Aware, o Spyware Doctor também possui ferramentas integradas para a detecção de vírus e outros tipos de códigos maliciosos. O aplicativo é uma poderosa ferramenta para proteção do computador e, no link para download acima, está disponível para teste pelo período de 15 dias.
Spyware Doctor (Foto: Divulgação)
Spyware Doctor (Foto: Divulgação)
São muitas as alternativas de softwares disponíveis no mercado, e nós listamos apenas algumas das mais famosas e conceituadas dentro de suas categorias. Por motivos óbvios, alguns bons softwares ficaram de fora da lista, o que não significa que eles sejam menos eficientes do que os escolhidos (ou que não sejam recomendados pelo TechTudo).
O objetivo desta matéria é alertar para os perigos da internet e para a importância da utilização conjunta de softwares firewall, antivírus e antispyware, ainda que não sejam os aqui listados, visto que cada usuário possui necessidades e preferências específicas. Se desejar, visite a seção de segurança do TechTudo downloads e confira outros softwares disponíveis em nosso site.

Navegação
De nada adianta possuir as melhores ferramentas de proteção do mercado se o usuário não tiver bons modos e bom senso durante a navegação. Seria o mesmo que comprar um carro super seguro e, só por isso, se expor constantemente ao perigo, realizando manobras imprudentes e dirigindo em locais que não são seguros.
Sendo assim, o internauta deve estar sempre atento aos sites que frequenta e evitar acessar páginas de procedência desconhecida ou com conteúdo suspeito. Além disso, é importante também ter cuidado com os e-mails e mensagens (spams) presentes em redes sociais e outros sites, pois muitas vezes são enviados links para páginas falsas (phishing) ou mesmo contendo spywares.
Um exemplo frequente dessa situação é o recebimento de supostos e-mails de instituições financeiras ou de outras empresas com as quais o usuário tenha alguma relação. Nesses casos, geralmente é solicitada alguma espécie de confirmação de dados ou o direcionamento para uma outra página, geralmente falsa e muito semelhante à original. Na dúvida, não clique em nenhum link e entre em contato com a empresa em questão para se informar sobre a veracidade da mensagem.
Por último, porém não menos importante, evite utilizar computadores públicos para acessar sites em que seja necessário fornecer dados como senha bancária e até mesmo a de uma conta de e-mail pessoal, já que a sua caixa de entrada pode conter muitas outras informações úteis aos hackers. Nesse último caso, a dica é possuir um e-mail principal, para assuntos importantes, e um alternativo, para cadastro em sites e outras atividades secundárias.
Criação de senhas
Para muita gente, a criação de senhas é uma tarefa que, de tão simples, não merece atenção e não oferece nenhum perigo - e é exatamente com esse pensamento que usuários mal-intencionados contam, pois, sem muito esforço, conseguem descobrir muitas senhas e ter acesso a todo o conteúdo que elas guardam.
Password (Foto: Reprodução)
Password (Foto: Reprodução)
Utilizar datas de nascimento, números de telefone, nomes de animais de estimação ou sequências numéricas como senha não é uma atitude recomendada e está longe de ser uma estratégia segura. Isso pode parecer óbvio, mas estudos já comprovaram e, recentemente, a divulgação de senhas pelo grupo hacker LulzSec confirmou que a senha "123456" continua sendo a mais utilizada.
Se você não quer facilitar a vida dos hackers, opte por utilizar senhas seguras, também chamadas de "senhas fortes". As principais dicas para a criação de senhas desse tipo consistem em utilizar letras e números, maiúsculas e minúsculas, e códigos com, no mínimo, seis caracteres. A combinação desses elementos não impede, mas com certeza dificulta a ação de hackers.

Este material está disponível em www.TechTudo.com.br.