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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

5 dicas para você comprar na internet com segurança

É preciso tomar alguns cuidados antes de colocar o número do seu cartão em um site

Por: Alexandre Hashimoto, www.administradores.com.br

O final de ano está chegando e muita gente vai escolher a internet para comprar seus tradicionais presentes. Mas antes de sair clicando e colocando o número do seu cartão de crédito em qualquer site, fique ligado nas dicas do professor Alexandre Hashimoto.
Imagem: ThinkStock
1 – Tenha um bom antivírus e sistemas de firewall e spyware (softwares de segurança na internet) atualizados instalados no computador. Todo mundo precisa ter o hábito de fazer varredura (passar os softwares de segurança) na máquina pelo menos uma vez por semana antes de comprar pela internet.

2 – Compre em sites que algum amigo seu já tenha comprado e não teve problemas de entrega ou com os produtos.

3 – Em sua primeira compra, prefira produtos de valores baixos e evite usar o meio online pela primeira vez em uma situação de emergência.4 – Ao receber as encomendas pelo correio, não assine o recebimento se o produto estiver amassado, quebrado ou não for o produto que encomendou. Devolva ao entregador e especifique o motivo do não recebimento.

5 – Ao acessar o site da empresa de compra, verificar os certificados de segurança clicando na imagem do cadeado ou em propriedades da página.

Alexandre Hashimoto – É coordenador do Curso de Sistemas de Informação das Faculdades Integradas Rio Branco e doutor em Engenharia Eletrônica e Microeletrônica pela Universidade de São Paulo.

Este material está disponível em www.Administradores.com.br/Informe-se/Tecnologia.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Guia de segurança digital: Saiba como se proteger dos hackers

Ramon Cardoso Da redação

A recente onda de ataques a importantes servidores no mundo – como os sites do Governo brasileiro, e a PlayStation Network, da Sony, por exemplo – fez muita gente se perguntar “será que o meu computador está protegido?”. A resposta, apesar de frustrante, é “Não!”, e seria ilusão pensar que, se até a NASA e o FBI já foram invadidos, nós, 'meros mortais', estaríamos imunes.
Em geral, o método de ataque mais comumente utilizado pelos hackers é o DoS (Denial of Service, em português, Ataque de Negação de Serviço). Ao contrário do que muitos pensam, esse tipo de ataque não utiliza diretamente os computadores utilizados pelos próprios hackers, mas servidores externos e até mesmo computadores comuns, como esse aí na sua frente.
Ameaças virtuais (Foto: Arte/TechTudo)
Ameaças virtuais (Foto: Arte/TechTudo)
Tirando o fato de que o seu computador possivelmente não seja tão interessante para os hackers quanto os da NASA ou os do FBI, existem algumas medidas que podem ser adotadas por você para dificultar uma “invasão” desse tipo e proteger o seu computador contra hackers. A principal delas é a utilização de um bom firewall, que são dispositivos responsáveis por controlar o tráfego de dados entre computadores e a rede externa.
Obviamente, a utilização de antivirus e antimalwares - além de senhas seguras e bom senso durante a “navegação” - também é um importante fator para aumentar a segurança do seu computador.
Para facilitar, o TechTudo criou este guia de segurança digital, e blog David-Invictus com importantes dicas sobre como deixar o seu computador mais seguro. Abaixo, listaremos algumas opções (gratuitas e pagas) de firewalls, antivírus e antispyware, bem como dicas para tornar seus hábitos de navegação mais seguros.
Importante: os softwares listados abaixo devem ser utilizados individualmente - apenas um antivírus, um antispyware e um firewall. A utilização simultânea de mais de um programa da mesma categoria, como dois antivirus, pode causar conflitos entre as ferramentas de proteção e impedir o correto funcionamento da mesma, reduzindo sua eficácia.
Firewall
Firewall (Foto: Reprodução)
Firewall (Foto: Reprodução)
Como explicado anteriormente, um firewall (algo como "barreira de fogo", em português) é um software responsável por criar diretivas de segurança para o tráfego de dados, criando "barreiras" às ameaças presentes na rede externa, por meio do monitoramento das portas do computador - o equivalente a uma portaria de prédio, só que no seu computador.
A não-utilização de um firewall deixa o computador desprotegido e vulnerável ao acesso de pessoas e softwares mal-intencionados, deixando as portas (de conexão do computador) livres para que qualquer um acesse.
Desde o XP, lançado em 2001, o sistema operacional Windows passou a incluir um serviço de firewall próprio em seu sistema, o Windows Firewall. Porém, muitos usuários, por motivos diversos, optam por utilizar serviços de firewall independentes, escolhendo entre as diversas opções disponíveis no mercado.
É importante lembrar que o "firewall adequado" varia de acordo com as características de navegação de cada usuário, assim como suas necessidades. O principal motivo para isso é que a maioria dos softwares necessita de configurações iniciais e de um tempo para se adaptar ao sistema e à forma de utilização do internauta.
ZoneAlarm Firewall: versão gratuita do famoso Zone Alarm Pro Firewall, considerado por muitos o melhor firewall da atualidade. Com várias ferramentas de segurança e recursos para monitoramento ativo do computador, o ZoneAlarm promete proteção total contra ataques virtuais e conteúdos maliciosos, exibindo alertas e notificações sempre que uma atividade suspeita é detectada.
ZoneAlarm (Foto: Divulgação)
ZoneAlarm (Foto: Divulgação)
Comodo Firewall: o Comodo Firewall é uma das melhores opções gratuitas do mercado. O software faz parte da suite de proteção Comodo Internet Security, composta por firewall, antivirus e software de manutenção. O firewall Comodo exige um pouco de paciência para ser configurado e para identificar, permitir ou bloquear (caso seja detecada uma ameaça) as atividades do computador, mas é muito bom.
Outpost (Foto: Divulgação)
Outpost (Foto: Divulgação)
Outpost Firewall Free: assim como o ZoneAlarm, o Outpost possui uma versão paga, o Outpost Firewall Pro. Apesar de possuir menos recursos que a versão comercial, o Outpost Free é uma ótima ferramenta de proteção e cumpre com as funções de um bom firewall. O software também possui recursos de monitoramento em tempo real e, graças ao seu banco de dados, é capaz de identificar e impedir o acesso das principais ameaças virtuais.

Antivírus

Existem diversos tipos de vírus na internet e, graças à constante produção dessas "pragas virtuais", muitos ainda não foram identificados. Suas ações variam desde simples modificações no sistema até a liberação do acesso de usuários externos (hackers), que podem utilizar seu computador como ferramenta para a realização de ataques.
Por esse motivo, mais importante do que a própria escolha de um software antivírus é a atualização constante de os bancos de dados, disponibilizados regularmente pelas empresas desenvolvedoras com as principais ameaças detectadas. Além disso, a realização de verificações periódicas também é outro fator que reduz os riscos de ataques e invasões.
Avast! Free Antivirus (Foto: Divulgação)
Avast! Free Antivirus (Foto: Divulgação)
avast! Free Antivirus: versão gratuita do famoso Avast, um dos antivírus mais utilizados em todo o mundo. Para sua nova versão, a empresa desenvolvedora promete, além de uma interface mais bonita, ferramentas mais leves e eficientes de proteção e detecção de vírus e spywares, além do tradicional superbanco de dados, atualizado regularmente com as principais pragas da internet.
Avira AntiVir Personal Free: outra excelente alternativa para internautas que desejam um antivírus gratuito, porém leve e eficaz. Com sua ferramenta de detecção em tempo real, o Avira mantém o computador constantemente protegido. O software também monitora as ações dos usuários e os sites visitados, realizando buscas por atividades suspeitas e páginas potencialmente prejudiciais.
Avira AntiVir (Foto: Divulgação)
Avira AntiVir (Foto: Divulgação)
Kaspersky: o Kaspersky é um antivírus pago, e já foi considerado o melhor do mercado por sites especializados em softwares de proteção. O aplicativo protege o computador contra vírus, worms, cavalos de troia, spywares e outros tipos de malware, baseando suas ferramentas de detecção e remoção em um banco de dados constantemente atualizado. Nesta versão para download, o Kaspersky está disponível para teste durante 30 dias.
Antispyware
Spyware (programas espiões) é um tipo de malware, responsável por invadir o seu computador e, sem o seu conhecimento ou autorização, transmitir dados confidenciais (como sua senha do banco, e-mail ou rede social) para uma rede externa. Com isso, a praga torna o sistema vulnerável e passível de ser utilizado por usuários maliciosos.
Da mesma forma que os programas antivírus, os antispywares têm a função de impedir o acesso de pragas aos dados, identificando e removendo as que, eventualmente, já tenham sido instalado. A atualização constante dos softwares e a utilização conjunta de um antivírus - alguns vírus contém spywares - são as melhores formas de aumentar a segurança do seu computador.
Ad-Aware (Foto: Divulgação)
Ad-Aware (Foto: Divulgação)
Ad-Aware: ferramenta desenvolvida pela Lavasoft e especializada na detecção e remoção de spywares presentes no sistema. O software já foi considerado o melhor de sua categoria por alguns sites especializados e ainda é uma das melhores opções gratuitas. O Ad-Aware é capaz de detectar vírus, trojans, rootkits, keyloggers e diversos outros tipos de códigos potencialmente maliciosos presentes nos computadores.
ZoneAlarm Anti-Spyware: o ZoneAlarm aparece novamente na lista, dessa vez sob a forma de uma poderosa ferramenta para detecção e remoção de spywares e outras ameaças. Além do tradicional método de identificar e remover arquivos maliciosos já instalados no sistema, o ZoneAlarm Anti-Spyware possui o diferencial de identificar ameaças antes que elas cheguem ao computador e impedir o acesso.
Spyware Doctor: assim como o Ad-Aware, o Spyware Doctor também possui ferramentas integradas para a detecção de vírus e outros tipos de códigos maliciosos. O aplicativo é uma poderosa ferramenta para proteção do computador e, no link para download acima, está disponível para teste pelo período de 15 dias.
Spyware Doctor (Foto: Divulgação)
Spyware Doctor (Foto: Divulgação)
São muitas as alternativas de softwares disponíveis no mercado, e nós listamos apenas algumas das mais famosas e conceituadas dentro de suas categorias. Por motivos óbvios, alguns bons softwares ficaram de fora da lista, o que não significa que eles sejam menos eficientes do que os escolhidos (ou que não sejam recomendados pelo TechTudo).
O objetivo desta matéria é alertar para os perigos da internet e para a importância da utilização conjunta de softwares firewall, antivírus e antispyware, ainda que não sejam os aqui listados, visto que cada usuário possui necessidades e preferências específicas. Se desejar, visite a seção de segurança do TechTudo downloads e confira outros softwares disponíveis em nosso site.

Navegação
De nada adianta possuir as melhores ferramentas de proteção do mercado se o usuário não tiver bons modos e bom senso durante a navegação. Seria o mesmo que comprar um carro super seguro e, só por isso, se expor constantemente ao perigo, realizando manobras imprudentes e dirigindo em locais que não são seguros.
Sendo assim, o internauta deve estar sempre atento aos sites que frequenta e evitar acessar páginas de procedência desconhecida ou com conteúdo suspeito. Além disso, é importante também ter cuidado com os e-mails e mensagens (spams) presentes em redes sociais e outros sites, pois muitas vezes são enviados links para páginas falsas (phishing) ou mesmo contendo spywares.
Um exemplo frequente dessa situação é o recebimento de supostos e-mails de instituições financeiras ou de outras empresas com as quais o usuário tenha alguma relação. Nesses casos, geralmente é solicitada alguma espécie de confirmação de dados ou o direcionamento para uma outra página, geralmente falsa e muito semelhante à original. Na dúvida, não clique em nenhum link e entre em contato com a empresa em questão para se informar sobre a veracidade da mensagem.
Por último, porém não menos importante, evite utilizar computadores públicos para acessar sites em que seja necessário fornecer dados como senha bancária e até mesmo a de uma conta de e-mail pessoal, já que a sua caixa de entrada pode conter muitas outras informações úteis aos hackers. Nesse último caso, a dica é possuir um e-mail principal, para assuntos importantes, e um alternativo, para cadastro em sites e outras atividades secundárias.
Criação de senhas
Para muita gente, a criação de senhas é uma tarefa que, de tão simples, não merece atenção e não oferece nenhum perigo - e é exatamente com esse pensamento que usuários mal-intencionados contam, pois, sem muito esforço, conseguem descobrir muitas senhas e ter acesso a todo o conteúdo que elas guardam.
Password (Foto: Reprodução)
Password (Foto: Reprodução)
Utilizar datas de nascimento, números de telefone, nomes de animais de estimação ou sequências numéricas como senha não é uma atitude recomendada e está longe de ser uma estratégia segura. Isso pode parecer óbvio, mas estudos já comprovaram e, recentemente, a divulgação de senhas pelo grupo hacker LulzSec confirmou que a senha "123456" continua sendo a mais utilizada.
Se você não quer facilitar a vida dos hackers, opte por utilizar senhas seguras, também chamadas de "senhas fortes". As principais dicas para a criação de senhas desse tipo consistem em utilizar letras e números, maiúsculas e minúsculas, e códigos com, no mínimo, seis caracteres. A combinação desses elementos não impede, mas com certeza dificulta a ação de hackers.

Este material está disponível em www.TechTudo.com.br.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Qual a diferença entre 3G e 4G?


Os celulares evoluem com uma velocidade impressionante. Para acompanhar tal desenvolvimento, as redes móveis devem evoluir juntas, muitas vezes até mais rápido que os hardwares dos celulares. Mas você sabe qual é a diferença entre 3G e 4G?

Motorola Photon 4G, smartphone com rede 4G (Foto: Divulgação)
Motorola Photon 4G, smartphone com rede 4G (Foto: Divulgação)
A primeira geração (1G) de redes móveis surgiu na década de 80 com a tecnologia AMPS (Advanced Mobile Phone System). Era totalmente analógica e suscetível a interferências. Seu sinal era interceptado com facilidade, bastava alguém sintonizar na mesma frequência que seu celular trabalhava para escutar sua conversa. Além disso, seu telefone podia ser clonado com mais facilidade que atualmente.
Samsung Infuse com rede 4G (Foto: Divulgação)
Samsung Infuse com rede 4G (Foto: Divulgação)

A segunda geração (2G) surgiu na década de 90, mas muitos celulares ainda continuavam a usar a tecnologia 1G. A transição de uma geração para outra ocorre de forma lenta, já que demanda troca de aparelhos para suportarem a nova tecnologia. Com as redes 2G houve a troca do analógico para digital, como o sinal não era mais analógico era possível agora ser codificado.

Com essa geração ganhamos um recurso que hoje é trivial: enviar e receber SMS. Os aparelhos celulares reduziram seu tamanho e passaram a consumir menos bateria. Com isso, os preços também reduziram. Mas o celular ainda era um luxo para poucos. No decorrer da década os preços ficaram mais populares.
A rede 3G surgiu em meados de 2001 prometendo interatividade via internet móvel no seu celular. A rede 3G possui cobertura com qualidade superior a suas antecessoras. Com o advento dessa tecnologia novos serviços foram desenvolvidos. Passou a ser possível a realização de videoconferência, download de vídeos, jogos interativos e Voz sobre IP, tudo isso na tela do seu celular e tablet. E as funções estão disponíveis em qualquer lugar, desde que haja cobertura da sua operadora.

Já ouviu falar de LTE? Pois bem, essa é a tecnologia de quarta geração que será implantada no Brasil. Quais serão as diferenças entre 3G e 4G? O TechTudo responde isso pra você neste artigo.

3G x 4G

A terceira geração revolucionou a telefonia móvel, pois com ela foi possível navegar em tempo real na internet até em lugares fechados, como elevador e metrô, algo que não era possível com 2G.

O 4G terá todos os benefícios do 3G e outros mais, como velocidade superior de quatro a cem vezes em comparação ao 3G. Além de suportar mais protocolos de redeNo 4G algumas aplicações terão prioridade sobre outras conforme necessidade, alocando a conexão de forma inteligente. Os padrões de telecomunicações são definidos pelo ITU (International Telecommunication Union), que é uma agência das Nações Unidas.

No exterior, a tecnologia 4G já está disponível em alguns países da Europa, Ásia e nos EUA.

A tecnologia 4G

Na internet encontramos muitos artigos falando sobre as diferenças entre 3G e 4G. Os dois padrões que competem pelo mercado de 4G hoje são o WIMAX, com a versão 802.16M, e o LTE Advanced (Long term evolution).
A tecnologia LTE, desenvolvida pela Third-Generation Partnership Project (3GPP), é uma evolução do High-Speed Packet Access (HSPA). Você já deve ter reparado que quando está conectado ao 3G aparece a letra H indicando que a conexão está estabelecida, pois é o HSPA.
A tecnologia LTE usa novas técnicas de moduação, por isso consegue alcançar altas taxa de downlink. Abaixo é mostrada a evolução das redes digitais, que vai desde o 2G até o 4G. O LTE usa como modulação: OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplex) e MIMO (Multiple Input Multiple Output), que aumenta a capacidade das ondas de transmissão.
A tecnologia LTE é uma evolução das redes 3G atuais. Poderemos usar TV interativa, blogs de vídeo móvel, jogos avançados e serviços profissionais, além de tantos outros recursos.
Evolução das redes digitais (Foto: Teleco)
Evolução das redes digitais (Foto: Teleco)
O LTE vai oferecer benefícios não apenas às operadoras, mas também aos consumidores. Em um primeiro momento, o preço do serviço será alto, pois a demanda da tecnologia será pequena. Conforme as pessoas forem adquirindo aparelhos compatíveis com a tecnologia, a tendência é que o preço diminua, assim como ocorre hoje com o 3G.
O 4G vai se aproximar à internet fixa com relação a velocidade. A tecnologia LTE permite que velocidades superiores a 200Mbit/s sejam atingidas. A empresa Ericsson, por exemplo, conseguiu taxas acima de 150Mbit/s. Essas taxas já atendem aos requisitos exigidos pelo ITU.
No Brasil algumas operadoras estão em fase de teste do 4G, mas, como já comentado em artigo do TechTudo, a prioridade do governo é que as operadoras ofereçam a tecnologia nas cidades sede da Copa de 2014 primeiro.
Este material está disponível em www.TechTudo.com.br

O Facebook pode derrubar o Google?

Entenda como a rede social com maior número de usuários no planeta pode desbancar a gigante das buscas e conquistar uma hegemonia nunca vista na história da internet.

Porém, o monopólio cada vez mais amplo da Google pode estar com os dias contados. A mais nova sombra da empresa de Larry Page e Sergey Brin atende pelo nome de Facebook, a poderosa rede social que, em 2011, pode atingir a expressiva marca de 1 bilhão de usuários, um sétimo da população do planeta Terra.
Embora os objetivos das empresas possam parecer distintos, o modelo de negócio adotado por ambas é o mesmo. Todas obtêm a maior parte de suas receitas graças à publicidade. E, um dos maiores triunfos das duas corporações é o fato de conseguirem direcionar, da forma mais eficiente possível, quem verá exatamente o que na internet.

Mas o que aconteceria se o Facebook decidisse incorporar o papel do Google? Será que a rede social de Mark Zuckerberg é capaz de ser mais eficiente para os usuários, apresentando resultados mais relevantes e precisos, sem que, para isso, seja preciso sair das páginas do Facebook? Ao que parece, o cenário não é tão improvável assim.

Mais um entra na briga

Relevância. Essa é a palavra-chave para determinar quem será ou não bem-sucedido na internet. E em se tratando de sites de buscas, ninguém havia conseguido ser mais eficiente do que o Google até então. Seu algoritmo de busca, aliado a uma série de padrões de indexação adotados pela maioria dos sites, fizeram com que a ferramenta se tornasse referência.
Entretanto, ocupar uma posição de destaque no Google está, aos poucos, deixando de ser a única forma de ganhar destaque. Serviços como o Twitter, por exemplo, ou a ferramenta “Curtir”, disponível no Facebook, podem tornar uma página muito mais relevante e acessada, ainda que ela não ocupe uma posição de destaque nas buscas.
Assim, com uma verdadeira avalanche de páginas tornando-se populares sem sequer passar pela busca do Google, o conceito de relevância ganha outro significado. Em vez de o algoritmo determinar o que deve ser listado por primeiro, o papel de ordenação e visibilidade de um tipo de conteúdo passa diretamente às mãos do usuário.
Para tentar conter o avanço das alternativas ao buscador, a Google decidiu implementar em seu principal serviço o “+1”, uma espécie de “Curtir” que impacta diretamente na relevância  dos resultados exibidos na busca. Assim, além do resultado tradicional listado pelo algoritmo, o usuário passar a ser um editor de conteúdo, já que os mais clicados são destacados nos resultados.

Diga-me com quem andas e te direi quem és

Se para um usuário anônimo é possível encontrar resultados bem próximos do que se espera numa pesquisa, imagine o quão eficiente pode ser um buscador que incorpore em seu algoritmo os gostos e as preferências de quase 1 bilhão de pessoas. Por enquanto, não há nenhuma confirmação que o Facebook entrará para valer na briga nesse terreno.
(Fonte da imagem: Facebook / Reprodução)
Entretanto, a possibilidade de explorar esse grande potencial da rede social estimula não só os especialistas do setor, como também muitos anunciantes. A lógica é simples. Para que você compreenda melhor o poder que uma nova ferramenta de busca que agregue os dados dos usuários pode ter, leve em consideração o seguinte exemplo.
Ao procurar no Google pelo filme “Flores Partidas”, repare nos anúncios que são exibidos na barra lateral. Embora estejamos falando de um filme, o termo “flores” acaba se sobressaindo e a maior parte dos resultados direciona o usuário para floriculturas. É pouco provável que quem está procurando por um filme decida comprar flores. Dessa forma, são menores as chances de venda do anunciante e maiores as possibilidades de você ficar frustrado com a sua busca.
Agora imagine que, além dessa busca, o sistema do Facebook possa cruzar dados pessoais seus e dos seus amigos. Se em seu perfil o cinema é uma atividade de destaque, possivelmente você tenha amigos que também se interessem bastante pelo assunto. Levando em conta isso, é muito mais provável que os resultados de anúncios direcionados exibam filmes em vez de flores como opção de compra. Ou seja, mais eficiência para quem pesquisa quanto para quem anuncia.

Duelo de gigantes: vitória dos usuários?


Com duas empresas gigantescas brigando palmo a palmo por atenção, os grandes beneficiados dessa disputa passam a ser os usuários. Em termos de pesquisa, contar com uma ferramenta ainda mais eficiente do que o Google pode parecer um sonho, mas de fato existe a possibilidade de ele ser realizado.
Entretanto, a maior eficiência nas buscas pode ter um preço alto, e que muitas pessoas talvez não estejam dispostas a pagar: falta de privacidade. Para que uma busca como essa seja possível, é necessário que os dados pessoais das contas dos usuários estejam  disponíveis para o cruzamento. Ainda que o processamento seja centralizado nos servidores do Facebook, cada vez mais você se torna uma vitrine para anunciantes e para outras pessoas.
Para quem argumenta que um sistema como esse é injusto, vale lembrar que a participação em uma rede social é opcional e, ao entrar nela, todos estão sujeitos às políticas de privacidade definidas pelo Facebook.

Outro ponto interessante a ser debatido é a criação de uma nova “rivalidade” entre os usuários. Assim como temos as disputas da Apple contra a Microsoft e do Orkut contra o Facebook, é bem provável que a adoção de um sistema como esse possa criar uma terceira via, colocando em lados opostos Google e Facebook.
(Fonte da imagem: HTC)
A briga pode sair dos limites da internet e ganhar também as lojas. Com seus sistemas operacionais, a Google cada vez mais pretende se fazer presente em desktops, notebooks e smartphones, todos vinculando o usuário a uma única conta de email que acaba se tornando peça-chave para acesso total e irrestrito a todos os seus serviços.
Em se tratando de produtos, o Facebook ainda dá os seus primeiros passos no mercado.  No início do ano a HTC apresentou dois modelos de smartphone que ficaram conhecidos como “o celular do Facebook”. Rodando Android 2.4, os modelos têm como principal diferencial integração total com a rede social e trazem a marca do Facebook estampada no produto.

O Facebook pode derrubar a Google?

Sim, a possibilidade é remota, mas existe. Entretanto, é pouco provável que uma empresa que detém 90% da fatia de mercado dos buscadores perca, da noite para o dia, sua posição confortável. Um bom exemplo é a guerra dos navegadores. Há alguns anos, o Internet Explorer liderava absoluto, com mais de 70% dos usuários.
Com a chegada de novos concorrentes, como o Mozilla Firefox e o Google Chrome, a participação do IE no mercado caiu, mas nem por isso ele deixou de ser líder ou perdeu a sua influência. Resta saber até que ponto a cutucada do Facebook pode incomodar a hegemonia da Google.


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7 razões para hackear

Ideologia, dinheiro, curiosidade e amor são algumas das motivações que incentivam os hackers, podendo levá-los, até mesmo, a cometer crimes.

Em uma das aventuras do Prof. Pardal, famoso personagem publicado pela Disney, o inventor cria um robô que sabe tudo, que pode dar a resposta a qualquer pergunta. Para testar a mais nova criação, Pardal começa com uma pergunta simples: “Por que os pássaros cantam?”. A resposta não poderia ser menos precisa: “Talvez por saberem, talvez por quererem, talvez por poderem”. Essa é a explicação para quase todas as perguntas feitas à máquina, e é o que adiciona um toque de humor à história.
Quando nos questionamos sobre por que algumas pessoas “hackeiam”, também podemos cair nessa mesma resposta: elas gostam disso, elas sabem e podem fazer isso. Mas o ser humano é muito mais complexo. As motivações que movem o hacker podem ser as mais diversas.
Originalmente, o termo “hackear” era sinônimo de cortar algo usando um machado ou outro instrumento cortante. Não é à toa, por exemplo, que a serra de cortar metais é conhecida, em inglês, como hacksaw. O Jargon File, dicionário de gírias hackers, confirma a origem. De acordo com o documento, um hacker era alguém que construía móveis usando um machado.
Por mais distante que pareça, a origem da palavra ainda traz algumas semelhanças com o sentido mais moderno que o termo adquiriu. São normalmente chamados de hackers aqueles que não se contentam com o simples uso de uma ferramenta, como programas de computador: pessoas que querem ir além, explorar, construir, entender como funciona aquilo com o que estão trabalhando.
Em vez de passar horas entalhando ou cortando um bloco de madeira para construir algo útil, hackers agora passam dias em frente de um computador, esculpindo e talhando bits para alcançar os seus objetivos. Mas para quê? Por que as pessoas “hackeiam”?

1. Curiosidade


Essa é, provavelmente, a porta de entrada para o mundo dos hackers: um desejo quase incontrolável de investigar, de entender algo. Durante a infância, muitos quebravam os próprios brinquedos, apenas para descobrir como eles funcionavam. Desmontavam partes, encaixavam com pedaços de outros brinquedos, modificavam, criavam algo novo.
No mundo dos computadores, isso funciona da mesma forma. É a curiosidade que move o hacker a entender como um software é construído. Com isso, eles aprendem a programar, estudando linguagens de programação e construindo seus próprios programas. Melhor ainda, eles adquirem um conhecimento muito mais amplo do funcionamento de um programa de computador, possibilitando a exploração de falhas e bugs.
Muitas vezes essa também é a motivação para a invasão de sistemas online: apenas conferir como isso é possível, descobrir quais são os passos necessários.

2. Diversão

Outro fator que conta muito para o hacker é a diversão. Antes de qualquer coisa, o hacker tem que gostar do que está fazendo e se divertir com aquilo. Caso contrário, ele não se dedicará tanto quanto gostaria.

3. Desafio

É conhecido que pessoas muito inteligentes não gostam de se ater a tarefas monótonas e repetitivas. O hacker precisa se sentir desafiado, instigado a prosseguir com a ação. Muitas vezes essas pessoas agem somente por agir, para perceberem que algo é possível e que eles conseguem fazer. Hackers gostam de resolver problemas e, quanto mais complexos esses problemas, melhor. Diga a um hacker que algo é impossível de ser feito e ele vai tentar até conseguir.
Desafios são grandes motivadores para os hackers
Fonte da imagem: Wikipédia

4. Liberdade


Essa é uma das razões mais conhecidas para fazer com que essas pessoas ignorem a lei e quebrem o mecanismo de segurança de sistemas e dispositivos. Hackers gostam de explorar os limites de tecnologias e equipamentos e não querem ficar limitados ao uso imposto pela indústria ou fabricante de um dispositivo.
O gosto pela liberdade é o que move indivíduos como Jon Lech Johansen, por exemplo. O hacker norueguês é o responsável por ter criado o DeCSS, software que tornou possível o uso de DVDs comerciais em sistemas Linux. Sem ele, os usuários Linux estariam esperando, até hoje, uma solução para o problema de licenciamento da DVD CCA, a organização responsável pela proteção anticópia inserida nos discos.
E já que citamos o Linux, não é possível fechar esta seção sem mencionar Richard Stallman, o pai do projeto GNU e defensor ferrenho do software livre. Cansado de esbarrar nas limitações de softwares proprietários, Stallman resolveu convocar o mundo a voltar aos tempos de outrora, quando código-fonte era distribuído livremente e seus usuários podiam alterá-lo e estudá-lo sem limitações.
Afinal, parte da cultura hacker diz respeito a construir algo. E quer melhor forma de colocar isso prática do que criar aquilo que você tanto sente falta?

5. Ativismo

Ideologias também podem motivar hackers a se unirem contra um alvo em comum. Muitas vezes, eles acabam até mesmo atacando ou vandalizando páginas que propagam ideias que vão contra algum interesse público ou até mesmo pessoal.
Recentemente, serviços da Sony foram alvos de diversos ataques hacker
Um caso muito popular diz respeito ao Wikileaks, site que costuma revelar documentos e atividades secretas de governos e corporações. Quando operadoras de cartão de crédito como Visa e Mastercard proibiram a transferência de doações para a organização, hackers de todo o mundo se mobilizaram contra essas empresas, atacando seus websites e deixando-os indisponíveis durante um bom tempo.
Recentemente, a Sony também foi alvo de diversos ataques. Além de quebrar a segurança da Playstation Network, a empresa também sofreu diversos ataques a outras unidades. Muitos especulam que a principal razão por trás desses atos foi o processo que a empresa moveu contra GeoHot, hacker responsável por desbloquear o Playstation 3.

6. Dinheiro


Apesar de normalmente agirem pelos motivos citados acima, os hackers também têm seu preço. Não são raras as vezes em que alguém fica famoso por invadir sistemas considerados seguros e, tempo depois, acaba contratado como especialista em segurança.
Kevin Mitnick, um dos hackers mais famosos e adorados do mundo, hoje mantém sua própria empresa de consultoria em segurança. E ninguém melhor para cuidar de uma rede do que aqueles que conhecem cada detalhe dela, certo?
Mas o dinheiro também pode corromper hackers. Muitos, ao perceberem que podem ganhar um pouco de grana com pequenos delitos virtuais, acabam indo para o “lado escuro da força”, cometendo fraudes financeiras e outros tipos de crimes, em benefício próprio.

7. Amor

Essa é uma razão muito mais comum do que se imagina. E, muitas vezes, acaba motivando até mesmo pessoas que nunca pensaram em ser um hacker. Não são raros os casos em que, desconfiadas de estarem sendo traídas, pessoas roubam senhas, invadem perfis de redes sociais e chegam até mesmo a instalar keyloggers para monitorar a vida virtual do cônjuge.

…

Quem se interessar pelo assunto, pode ler, como leitura complementar, o Hacker HowTo, escrito por Eric S. Raymond, um dos porta-vozes do software livre e autor do livro “A Catedral e o Bazar”. Existe, inclusive, uma tradução para o português desse documento.
E para você? O que é que motiva hackers e crackers a agirem dessa forma? Deixe um comentário contando a sua opinião!

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sexta-feira, 10 de junho de 2011

8 coisas que tornam um site irritante

Descubra quais são os problemas mais odiados pelos usuários na internet. Será que o seu blog escapa?


Ter um site ou blog, hoje em dia, já não é mais privilégio de poucos. Com centenas de ferramentas de hospedagem e construção disponíveis, gerenciar um site ficou muito mais fácil. Além de pensar no conteúdo, é possível mudar o layout, acrescentar ferramentas e transformar as páginas em verdadeiras centrais de entretenimento.
Porém, o que muitos não percebem é que, ao entupi-lo com ferramentas e funcionalidades diversas, sem muita relação com o conteúdo, seu site pode acabar sendo visto como um péssimo exemplo do que existe de mais irritante na web. Listamos alguns dos aspectos mais desagradáveis que uma página pode ter. Impossível não odiar a maioria deles.

Rádios online automáticas

Imagine a seguinte situação: você está ouvindo música clássica tranquilamente no seu PC quando, ao clicar em um link e abrir um site, seu fone de ouvido é invadido por um pagode ou forró. As rádios online automáticas, vinculadas a blogs ou sites, são um verdadeiro tormento para muitos usuários.
Provavelmente ninguém está tão interessado assim na música que toca no seu blog
Embora alguns proprietários de blogs tenham a intenção de oferecer uma ferramenta complementar para o usuário, é pouco provável que quem acessa queira, de fato, ouvir o mesmo estilo musical disponível em um site não relacionado ao assunto. Além disso, alguns blogs “escondem” as opções do player em pontos distantes da página, obrigando o usuário a fechar o site ou perder um bom tempo procurando.

Anúncios em excesso

(Fonte da imagem: JáTáxi / Reprodução)
É natural que um site precise ter muitos anúncios. Afinal, para vários deles, essa é a principal fonte de renda. Entretanto, bom senso na hora montar um layout e dispor os banners publicitários é fundamental. Alguns sites, infelizmente, não conseguem fazer uma distinção clara do que é conteúdo e do que é propaganda.
O resultado é um amontoado de banners e links patrocinados em meio aos textos, que confunde e dificulta a leitura de qualquer postagem. O excesso de poluição visual, com dúzias de anúncios piscando no canto da tela, é outro ponto negativo, que distrai a leitura e torna o carregamento de páginas mais lento.

Links ocultos

(Fonte da imagem: Esquema Ouro)

Não há nada mais frustrante do que entrar em um site para fazer um download e não conseguir sequer encontrar um link. Problemas como esse, infelizmente, são muito comuns. Muitos sites ganham dinheiro quando o usuário clica em anúncios de contexto e, para potencializar essa possibilidade, acabam optando pela alternativa errada de confundir o usuário.
Assim, links de download são substituídos por links patrocinados e aquilo que o usuário realmente deseja acaba ficando em segundo plano. Mesmo depois de muita procura, em alguns casos, você vai constatar que a página está ali apenas para indexação no Google, sem disponibilizar nenhum link útil para o visitante.

Obrigatoriedade de cadastro

Você encontrou uma manchete que chamou a sua atenção, mas ao clicar no link descobre que é preciso fazer uma cadastro para poder lê-la. Falta de agilidade e formulários obrigatórios de cadastro não combinam com a internet. Mesmo ao optar por fazer o cadastro, o usuário acaba sendo direcionado para outras páginas e perde o link original da notícia.
Além disso, fazer com que o usuário se cadastre em vários sites só aumenta a quantidade de logins e senhas necessárias para serem memorizadas. Um ponto positivo é permitir a possibilidade de login a partir de uma rede social, como o Facebook ou o Twitter.

Popups

(Fonte da imagem: Mr. Bottles)
Como mencionamos acima, anúncios são a principal fonte de renda de um site. Contudo, jogá-los agressivamente diante dos olhos dos usuários tem o efeito inverso, evitando que a pessoa clique ou simpatize com a propaganda. Nesse quesito, os popups são campeões de incômodo, obrigando o usuário a clicar para fechá-los ou esperar o final de uma animação.
Nem sempre o botão de fechar está claro ou disponível. Em alguns casos, é preciso realmente esperar a exibição do anúncio. Ao tentar fechá-lo, são comuns os cliques acidentais, que abrem novas páginas e abas ou ainda tiram o usuário do link que ele realmente tinha interesse em analisar.

Conteúdo copiado

Seja original. Ninguém gosta de ler um jornal com notícias de vários dias atrás. Na web não é diferente. Apenas copiar conteúdo de grandes portais não leva ninguém a lugar nenhum. Em alguns casos, quando o autor não identifica a fonte original do texto, o problema é ainda pior e muitos usuários são levados a acreditar que, de fato, a informação surgiu ali.
Para quem pesquisa assuntos específicos, encontrar postagens repetidas à exaustão nos buscadores já é uma tarefa rotineira. Na dúvida, a melhor solução é sempre optar pelos links dos sites que têm maior credibilidade. É a garantia de que você lerá a notícia na íntegra e com o maior número possível de detalhes.

Integração com dezenas de redes sociais

Integrar um site com redes sociais é fundamental. Graças a elas, é possível ampliar as possibilidades de visualização de conteúdo e garantir novos visitantes. Contudo, é preciso ficar atento e observar um limite de bom senso. Alguns blogs oferecem integração com dezenas de redes sociais, o que acaba tornando confusa a vida de quem utiliza apenas as principais.
Leve em consideração a seguinte máxima, adotada pela Apple: “menos é mais”. Escolha apenas aquelas redes sociais que realmente são significativas para você. Disponibilizar integração com mais de cinco delas já é um exagero que mais confunde em vez de ajudar.

Espelhamentos em links de downloads

(Fonte da imagem: VamoLá)
Você já deve ter tentado baixar um determinado conteúdo em algum site e, quando clicou no link de download, viu que, em vez de baixar alguma coisa, foi redirecionado para outro lugar. Sites com links espelhados, com abertura de janelas secundárias ou que obriguem o usuário a cadastrar um número de celular são comuns.
A solução, evidentemente, não agrada a ninguém. Muitos usuários desistem no meio do caminho e outros, que optam pelo cadastro, diversas vezes acabam ficando sem o link de download. E não há nada mais irritante do que ter um experiência de usuário frustrada. É provável que essa seja a sua primeira e última visita no site em questão.
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Que outros problemas o deixam irritado ao navegar pela internet? Quais são os aspectos que mais lhe desagradam quando você acessa um site? Participe deixando a sua opinião nos comentários.

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