Agradeço aos leitores fiéis e passantes circunstanciais, espero agradá-los de alguma forma.
Peço a todos que me ajudem a melhorar o conteúdo informativo deste blog sugerindo, criticando e dando apoio, pois confio que juntos poderemos difundir o conhecimento para um FUTURO MELHOR PARA NÓS E NOSSOS FILHOS.
Obrigado, David Franklin.
Harry Potter é um dos maiores sucessos da história do entretenimento. Desde o lançamento do primeiro livro, “Harry Potter e A Pedra Filosofal”, em 1997, até a chegada do sétimo e último volume às livrarias, foram vendidos nada menos do que 400 milhões de exemplares, em 67 idiomas diferentes.
Adaptado para o cinema, desde 2001 os seis primeiros filmes da série renderam pouco mais de US$ 5 bilhões, o suficiente para colocar a franquia no posto das mais bem-sucedidas da história da sétima arte. O último livro, “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, chegou às telas nesse final de semana, adaptado em duas partes.
Mas muito mais do que o sucesso de público e crítica, uma das principais características da série é o mundo mágico que a autora criou para os seus personagens. Na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, tudo é possível, e a imaginação fértil de J. K. Rowling, autora dos livros da série, foi capaz de criar diversas engenhocas e feitiços que, infelizmente, ainda estão longe de se tornarem realidade aqui no mundo dos “trouxas”.
No entanto, isso não nos impede de imaginar: como seria se essas tecnologias estivessem disponíveis para nós? Ou de que maneira poderíamos adaptar o que já existe para tornar nosso cotidiano mais parecido com aquilo que a ficção apresenta? Monte em sua vassoura e prepare-se para fazer o seu pensamento voar alto!
Um dos atrativos que chamou a atenção dos espectadores já nos primeiros filmes de Harry Potter era a interatividade de quadros, jornais e revistas. No lugar das fotos estáticas como conhecemos, esses objetos pareciam ganhar vida ao exibirem imagens em movimento. É como se em lugar dos retratos tivéssemos vídeos contínuos sendo exibidos. Bem, o que parecia ser mera ficção em 2001 hoje já é plena realidade para os proprietários de tablets. Coube a eles a missão de transformar as imagens do papel em vídeos animados. Assim, ao ler uma notícia em um jornal ou revista no iPad, por exemplo, você pode assistir a um vídeo no mesmo espaço que antes era ocupado por uma foto.
Já no caso dos quadros, também conseguimos nos inspirar de forma satisfatória. Os porta-retratos digitais são capazes de, não só exibir fotos em slides, como também projetar vídeos. O resultado pode ser idêntico ao que é apresentado nos filmes.
Desde que os automóveis foram inventados, uma das maiores obsessões dos escritores de ficção científica e dos cineastas é colocá-los para voar. Dezenas de livros e filmes presumem que, no futuro, o trânsito aéreo será tão intenso quanto o tráfego terrestre na atualidade. Em Harry Potter, há um híbrido trouxa-mágico, um Ford Anglia que pode ser utilizado tanto no mundo trouxa quanto no mundo bruxo. Além desse grande benefício, ele também fica invisível e nunca precisa ser reabastecido.
Na vida real, infelizmente, a invisibilidade ainda não é possível e tampouco os carros podem voar livremente pelos céus. Quanto aos veículos sem combustível, as primeiras experiências nesse sentido apontam para os carros movidos a energia solar. Os modelos existentes, no entanto, ainda estão longe do ideal.
Uma bola de vidro com uma fumaça branca dentro capaz de fazer com o que o seu portador se lembre de coisas esquecidas. Esse é o “lembrol”, objeto mágico que aparece em um dos filmes da série. Obviamente, na vida real, nada disso é possível. Porém, isso não significa que você não possa utilizar alguns recursos auxiliares. Você se lembra das datas de aniversários de todos os seus amigos? Provavelmente não e, assim como você, muitos usuários utilizam o Facebook para obter essa informação. O Twitter é outra ferramenta que funciona para muitos como uma espécie de diário virtual. Basta procurar em sua timeline aquilo que você digitou na data desejada.
Capa da invisibilidade
Imagine poder estar em qualquer lugar sem ser visto por ninguém. Com a capa da invisibilidade isso é possível no mundo de Hogwarts, e Harry Potter escapa de muitos perigos utilizando essa tecnologia mágica.
Na vida real, ainda não estamos tão aperfeiçoados a ponto de ela encobrir totalmente alguém em um ambiente. Porém, já existe uma capa de invisibilidade no Japão capaz de fazer com que uma pessoa possa ver através de outra. A tecnologia ainda está em testes, mas não deixa de ser curiosa e muito desejada.
Mapa do Maroto
O Mapa do Maroto é responsável por mostrar a localização exata de cada um dos habitantes de Hogwarts e abrange todo o castelo. Todos eles podem ser localizados em tempo real, mesmo que estejam ocultos sob capas de invisibilidade ou disfarçados.
No mundo real, temos um embrião de geolocalização. O FourSquare cumpre essa função ao informar, via Twitter, em que lugar o usuário está, com direito a localização no mapa. Felizmente a revelação dessa informação é voluntária. Já pensou ser monitorado em tempo real?
Quadribol com Jet pack
Ainda não é possível, e provavelmente nunca será, sair voando por aí em vassouras para disputar torneio de quadribol. Porém, isso não quer dizer que seja impossível disputar campeonatos da modalidade.
No ano passado, em Nova York, cerca de 40 fãs da série Harry Potter se reuniram para disputar o primeiro campeonato mundial de quadribol. As regras foram adaptadas para que o esporte pudesse ser praticado no chão.
Outra possibilidade seria a utilização de jet packs, tecnologia que ainda está sendo aperfeiçoada, mas que já conta com autorização de funcionamento em algumas cidades norte-americanas. Quem sabe não veremos o quadribol em uma futura Olimpíada?
Em Hogwarts e no mundo mágico, alguns senhores contam com a ajuda de elfos domésticos para realizar as suas tarefas. Pelo que se sabe, ninguém conseguiu comprovar a existência de elfos no mundo real, mas nem por isso você precisa deixar de ter um pequeno companheiro como auxiliar. Os robôs domésticos são as criaturas que mais se assemelham com o propósito dos elfos da série. Eles são capazes de limpar a casa, fazer tarefas rotineiras e transportar objetos. Para aqueles que estão sempre sozinhos é possível até manter conversas com eles.
Essa é só para os fãs que leram os livros. Um dos objetos mágicos utilizados no mundo de Harry Potter é o bisbilhoscópio. Ele é um pião responsável por emitir um alerta quando alguém ou algo suspeito está por perto. Algo similar existe na vida real, ainda em fase de testes. Trata-se de um aplicativo para Orkut chamado Sneak-O-Scope que rastreia os visitantes em seu perfil e mostra dados de análise como tempo de visita e local de origem.
Varinhas de condão que realizam o seu pedido quando você profere palavras mágicas. Não, esse item também não existe na vida real, porém, nem por isso você vai deixar de ter a sua com alguma função relevante. Inspirada na série, a varinha mágica de Harry Potter funciona por infravermelho. Se o seu desejo é apenas mudar o canal da TV, seu feitiço funcionará prontamente.
Se todas essas invenções e adaptações do mundo mágico ainda não são suficientes para transportar você até o mundo imaginário, que tal estar em um parque temático em que tudo o que existe é inspirado na série do bruxinho mais famoso do planeta? O Wizard World of Harry Potter ocupa oito hectares na cidade norte-americana de Orlando, na Flórida. Nele os visitantes podem conhecer a Escola Hogwarts, a sala do professor Dumbledore, as pinturas assombradas e o banheiro de Murta-Que-Geme.
O Expresso de Hogwarts conduz os visitantes através de diversos brinquedos e locais citados nos livros da série. Os fãs têm direito a conhecer os seres como o Rabo-Córneo Húngaro, a gigantesca Acromântula e os Dementadores.
A Escola de Magia de Hogwarts é o centro da trama de Harry Potter. Se para você isso era algo que poderia existir apenas na ficção, saiba que na vida real ela já existe, obviamente não nos mesmos moldes, mas inspirada na versão criada por J. K. Rowling. O empreendimento surgiu na Califórnia e foi ideia do senhor Oberon Zell-Ravenheart, de 68 anos, que dedicou a maior parte da sua vida às Artes das Trevas. Ele criou a Grey School of Wizardry, instituição oficializada no território norte-americano e que conta com nada menos que 735 alunos.
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O mundo de Harry Potter permite ainda a livre adaptação de muitos elementos mágicos para o nosso cotidiano. Que outros elementos da série você gostaria que a tecnologia tornasse realidade? Participe deixando a sua opinião nos comentários.
A década mal começou e já são grandes as expectativas sobre o que a tecnologia poderá nos oferecer durante os próximos anos. Pensando nisso, a equipe do TecMundo selecionou, e Blog David-Invictus mostra para vocês, seis prováveis inovações que devem alterar a maneira que vivemos ou marcar a evolução da humanidade. Confira a seguir o que pode (ou não) revolucionar o seu futuro.
1. Carros do Google sem motorista
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde publicados em 2011, o trânsito é responsável por mais de 1 milhão de mortes todos os anos no mundo. Agora, você deve estar se perguntando: essa estatística é culpa dos motoristas ou dos automóveis?
Infelizmente, o fator de risco está muito mais associado à pecinha que se encontra atrás do volante do que propriamente à engenharia dos carros. Para o bem da humanidade e para tentar dar um basta nessa situação, adivinhe quem resolveu comprar essa briga: ninguém menos do que o Google. Os carros sem motorista já vêm sendo testados — e com sucesso — desde 2010 nos Estados Unidos. Atendendo pelo nome de Google Cars, os veículos rodaram mais de 1,5 mil km sem nenhuma intervenção humana e cerca de 230 mil km (o suficiente para dar quase cinco voltas em torno do raio da Terra) com eventuais participações do motorista.
Todo esse percurso foi feito de maneira segura, graças a um software de inteligência artificial capaz de detectar toda a área em volta do carro e copiar as decisões feitas por um ser humano. Ironicamente, o único acidente foi culpa de um motorista de outro carro, que atingiu o Google Car na traseira quando este parou em um semáforo.
Segundo os engenheiros responsáveis pelo projeto, robôs reagem mais rápido do que humanos, têm percepção de 360º, não ficam com sono nem embriagados. Além disso, a câmera integrada consegue captar movimentos de pedestres, ciclistas ou o que mais estiver no caminho, ajudando assim a esquiva do veículo.
No final de junho de 2011, o Estado de Nevada, nos Estados Unidos, foi o primeiro a regulamentar a circulação de carros com piloto automático e sem condutor — um grande passo para o início do comércio desse tipo de automóvel. Será que até 2020 vai ser comum olhar para o lado e não ver ninguém na boleia?
Se depender do Google, no futuro cada um terá seu próprio motorista... Ou, bem, quase isso.
2. Construções que voam
Direto da Austrália, em meio a cangurus e coalas, vem surgindo uma nova tecnologia que promete revolucionar o fluxo aéreo. Um balão gigantesco, em formato de disco, foi projetado para transportar até 150 toneladas de uma vez só — para se ter uma ideia, o peso suportado seria capaz de mover mansões, hospitais, estátuas ou até uma centena de carros.
Inflado com hélio (mesmo composto usado em dirigíveis), o objeto tem 150 metros de circunferência trefega a até 83 km/h, com autonomia para cruzar até 2 mil km — o que equivale a mais ou menos uma viagem entre São Paulo e Salvador.
Com a evolução da tecnologia, poderia ser possível transportar edifícios, teatros e estruturas inteiras pelos céus, sem a necessidade de construir ou reconstruir nada — uma verdadeira maravilha para o show business e construção civil.
Outra aplicação interessante para o Skylifter seria na questão de ajuda humanitária. Hoje, um helicóptero consegue carregar 20 toneladas de suprimentos, 7,5 vezes menos do que o balão conseguirá comportar
.A diferença entre o protótipo australiano e os clássicos dirigíveis está justamente na forma como o disco consegue elevar os compartimentos. Através do guindaste e cordas externas, edificações ou reservatórios enormes podem ser alçados, mais ou menos da forma como acontece com um container em um caminhão.
A área de turismo é outra que deve se beneficiar. Sobrevoos na selva amazônica ou no safári africano a bordo de um hotel de luxo móvel com certeza seriam experiências desejadas por quem pudesse pagar por elas.
Detalhes da estrutura do Skylifter. (Fonte da imagem: Skylifter.com)
Entretanto, pelas expectativas, ainda não veremos os megainfláveis tão cedo. Os primeiros testes já foram realizados com miniaturas, e o Skylifter em tamanho integral deve estar pronto somente em 2013. Bem que um teste poderia ser realizado aqui no Brasil na abertura da Copa do Mundo em 2014, não é mesmo?
3. Telas estilo pergaminho
Se você acompanha o TecMundo, e Blog David-Invictus, sabe que esse tipo de tecnologia, apesar de ainda não ter chegado ao mercado, não é novidade (confira aqui, aqui e aqui). Depois da corrida pela tela mais fina, várias empresas vêm se empenhando em desenvolver telas flexíveis e mais resistentes.
Imagine quando você puder pegar uma TV de 32 polegadas, enrolá-la e colocá-la na mochila para levar até a casa de um amigo. Chegando lá, é só desenrolar, ligar e aproveitar. Provavelmente você também estará conectado à internet e terá canais de TV fechada sem precisar de cabos — mais prático impossível.
Isso será possível graças à tecnologia OLED, que consegue exibir imagens de alta qualidade em superfícies com apenas 0,1 mm de espessura. Claro que algo tão fino não poderia ser totalmente rígido. Por isso, as telas poderão ser dobradas e enroladas.
Como se pode esperar, os monitores desse tipo devem fazer parte de vários dispositivos, como smartphones, tablets e video games portáteis. No entanto, outra ideia que circula é a de combinar o conceito touchscreen com OLED para recriar páginas impressas — o que poderia sepultar, aos poucos, jornais e revistas.
Até 2020, é quase garantido que veremos displays animados em OLED estampando paredes, prédios, lojas, outdoors, veículos e onde mais a criatividade humana conseguir colocá-los.
4. Turismo espacial
O homem foi pela primeira vez ao espaço há mais de 50 anos. Naquela época, as projeções do futuro apontavam que até a virada do milênio existiriam bases na Lua e o ser humano estaria conquistando todo o espaço. Como você e eu sabemos, a história não foi bem assim.
Desde os anos 90, algumas pessoas comuns tiveram a oportunidade de ir ao espaço para contemplar a Terra enquanto estavam em órbita. Quer dizer, na verdade os psuedoastronautas nem eram tão “comuns” assim — o ticket de cada um custou ente US$ 20 e US$ 30 milhões.
Projeto de "espaçoporto". (Fonte da imagem: Virgin Galactic)
Quem pretende mudar essa realidade é o multiempresário Sir Richard Branson. O proprietário da Virgin Galactic foi responsável pelo primeiro voo comercial realizado no mundo, em 2004. Ao contrário do que acontece com os projetos da NASA, a nave da Virgin é mais simples e não tem seu lançamento feito a partir de uma plataforma.
A SpaceShipTwo levanta voo desligada, acoplada a um avião carregador. A dupla segue até uma altura de 15 km quando, subitamente, a nave se solta e cai. Depois de alguns segundos de queda livre, os propulsores são ligados e a SpaceShipTwo segue até uma altura de mais de 100 km do solo, entrando em subórbita.
Quando a nave deixa a atmosfera terrestre, seus motores são desligados, deixando os passageiros à vontade para aproveitar uma sensação de gravidade zero e contemplar a imensidão da Terra lá do alto.
Já estão sendo construídos locais especiais (“espaçoportos”) para pouso e decolagem espacial nos Estados Unidos, Dubai e Suécia. Enquanto isso, os 300 primeiros bilhetes para viajar através da SpaceShipTwo já foram pré-vendidos a US$ 200 mil — 1% do que a NASA cobrou em suas operações.
O próprio Branson acredita que, até 2020, com outras companhias operando voos desse tipo e o interesse maior do público, será possível a realização de viagens ao espaço pelo custo de US$ 20 mil. Nada exorbitante, quando se comparado ao preço atual e outros destinos terrenos.
Daqui a dez anos, talvez, a dúvida sobre o que fazer para comemorar a lua de nel poderá girar em torno de sete dias no Caribe ou uma viagem inesquecível ao espaço.
5. Edifícios de 1 km de altura
No começo de 2011, na cidade de Dubai, foi inaugurado o edifício Burj Khalifa. O gigante de 828 m de altura ganhou o posto de estrutura mais alta já construída pelo homem, ao mesmo tempo em que também impressionou pela rapidez com que foi erguido: apenas cinco anos.
Se faltou pouco para os árabes atingirem 1 km de altura com o seu monumento, isso não deverá ser problema para outros engenheiros nessa década. Hoje, já existem mais de 20 prédios sendo construídos que excederão a barreira de 500 m de altura e quase uma dezena de projetos para edifícios que superarão os 1000 m.
Quem deve iniciar essa era é o Mubarak al-Kabir, que tem sua inauguração planejada para 2016. O colossal prédio será levantado no Kuwait em uma grande área de 250 km² e terá 1001 m de altura, em homenagem à lenda das mil e uma noites — se tudo ocorrer bem, o mundo ganhará um novo topo daqui a cinco anos.
Futuros maiores arranha-céus do mundo. Na foto não consta o Dubai City Tower. (Fonte da imagem: NextBigFuture)
Também em Dubai, está projetado um arranha-céu de fazer sombra ao Burj Khalifa. Em sua planta, o Dubai City Tower conta com a incrível estatura de 2,4 mil metros — é como se empilhássemos os quatro maiores prédios de hoje um em cima do outro.
O design, inspirado na Torre Eiffel, prevê 400 andares e elevadores que imitarão trens verticais, podendo chegar à velocidade máxima de 200 km/h. Junto a tudo isso, os arquitetos ainda têm a intenção de transformar a construção em sinônimo de sustentabilidade, garantindo que o suprimento de energia venha de fontes solares, termais e eólicas.
Outra edificação que deve literalmente cutucar o céu é o Kingdom Tower (anteriormente Mile High Tower), na Arábia Saudita. Com sua construção já autorizada pelo governo, ele deve ter uma milha de altura (1,6 km). A pretensiosa obra deve ficar pronta antes de 2020, enquanto a Dubai City Tower está prevista apenas para 2025. Pelo visto, o futuro vai ser vertiginoso.
6. Roupas invisíveis
Eis aqui uma tecnologia que, ao mesmo tempo em que é legal, também preocupa. O que fazer quando as pessoas e coisas conseguirem ficar invisíveis? Quando saber se você está sozinho? E se essa inovação cai nas mãos de ladrões e gente mal-intencionada?
A verdade é que, querendo ou não, as capas de invisibilidade podem sair do mundo de ficção de Harry Potter e fazer parte do nosso dia a dia daqui a alguns anos. Vários testes vêm sendo realizados por diferentes grupos de cientistas ao redor do mundo e os resultados têm sido bastante animadores.
Apesar das imagens do vídeo mostrarem um efeito de transparência, foram necessários vários aparatos (câmeras, projetores e computadores) para tornar a experiência possível — o que se vê realmente é uma distorção das imagens (o que também não deixa de ser um princípio da invisibilidade).
Ainda estamos engatinhando nesse quesito, mas os cientistas japoneses (da Universidade de Tóquio) e americanos (das universidades de Duke e Berkeley) garantem que uma boa evolução deve acontecer nos próximos dez anos, tornando possível o desenvolvimento de uma roupa invisível portátil e funcional.
Se isso de fato acontecer, também vamos precisar de cercas com radares e câmeras com detectores para proteger nossas residências.
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E você, o que pensa de tudo isso? Preparado para as inovações desta década? Também sabe de algo novo que vai chegar para mudar totalmente nossas vidas? Conte para gente no espaço abaixo.