Mostrando postagens com marcador Digital. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Digital. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Teste seu antivírus e anti-spyware para descobrir se eles são realmente confiáveis

Antivírus e anti-spywares são a principal barreira contra programas maliciosos. O Baixaki ensina você a descobrir se eles estão funcionando corretamente.

Por Luciano De Sampaio

Poucas coisas são tão desagradáveis quanto descobrir que seu computador está infectado com algum malware. O trabalho de remoção desses programas escusos é difícil sem as ferramentas apropriadas, e muitas vezes é melhor formatar o computador inteiro a tentar apagar um arquivo minúsculo em uma pasta controlada.
A primeira linha de defesa contra esse tipo de problema é o bom senso: não clicar em links desconhecidos ou suspeitos, independente de terem chegado por email e MSN ou encontrados em sites. Quando essas práticas falham, entretanto, é essencial ter instalados e ativos os programas de proteção contra vírus e spywares.
Aqui mesmo no Baixaki você encontra uma enorme variedade de softwares de segurança para ajudar você na – atualmente – difícil tarefa de não ter um computador infectado. A grande maioria desses programas diz proteger seu computador quase totalmente contra invasões e arquivos com códigos prejudiciais ao computador.

Servir e proteger
iStockO mote das forças policiais estadunidenses serve também como referência de conduta para programas como antivírus e anti-spywares, já que o esperado de um aplicativo dessa natureza é segurança sem trabalho extra.
Porém, se você não está ativamente controlando as ações de suas defesas, como é possível ter certeza de que elas estão funcionando? Afinal de contas, toda automatização tem limites, e quando o assunto é a segurança do computador e dos dados nele acumulados, todo cuidado é pouco.
O básico
A primeira atitude para descobrir se seus programas de segurança estão funcionando corretamente é conferir os logs de atuação. Checar as atualizações de bases de dados e os resultados das verificações é um pouco chato, mas pode evitar dores de cabeça posteriores.
Todos os aplicativos realmente eficientes na proteção do seu computador apresentam registros dos processos realizados. Os melhores programas indicam não só as atividades, mas também os arquivos processados e os resultados das verificações.
Log do Kaspersky mostrando ações e arquivos verificados
Se o seu antivírus ou anti-spyware não exibe esses logs, está na hora de procurar uma alternativa mais transparente. No mínimo, você terá mais tranquilidade na hora de navegar pela rede.
Como funciona?
Alguns programas utilizam bases de dados como ferramenta de verificação. Antes de permitir o download ou a execução de um arquivo, estes programas fazem uma varredura no alvo e comparam com os códigos maliciosos registrados no banco de dados. Caso encontrem sequências idênticas ou muito semelhantes, alertam o usuário para que tome cuidado com aquele programa ou arquivo.
iStockUma segunda variedade de softwares de segurança trabalha com o comportamento de determinados arquivos e programas: se durante a leitura e execução o código remete às DLLs do Windows, ou outros arquivos restritos que normalmente são alvos de alteração por malwares, o programa dispara o alerta e interrompe o processo.
Ambos os tipos de varredura são eficientes, mesmo com as diferentes opções disponíveis para cada um. De maneira geral, o primeiro tipo – que usa bancos de dados – são os antivírus, enquanto o segundo, baseado no comportamento dos arquivos, é característico dos anti-spywares.

Sempre alerta!
Além de confiar nos aplicativos de segurança – graças aos logs criados –, existem maneiras de testar o funcionamento de antivírus e anti-spywares simulando ataques por malwares.
Porém, graças às diferenças de funcionamento entre os dois tipos de defesa, a fim de conferir se ambas funcionam de maneira correta são necessárias ferramentas também diversas. Para os antivírus – que utilizam a base de dados como referência – o EICAR é a referência em testes.
Alerta contra o teste do EICAR
O EICAR funciona a partir de uma “string”, ou sequência de caracteres, que apesar de não oferecer risco algum para o computador, deve ser considerada – por um antivírus – como código malicioso. Caso seja executado, um arquivo EICAR retorna apenas a frase “EICAR-STANDARD-ANTIVIRUS-TEST-FILE!” (arquivo de testes de antivírus EICAR!), sem atacar nada no PC.
iStock
Para conferir se o antivírus instalado funciona corretamente, faça o download dos seguintes arquivos: EICAR COM, EICAR TXT, EICAR COM ZIP e EICARCOM2 ZIP. Se o seu antivírus permitiu que qualquer um dos quatro arquivos fosse transferido, você está sob risco, em maior ou menor grau.
Mau comportamento
Já para os anti-spywares e outros defensores baseados no comportamento de código, o EICAR inspirou – apesar de não haver nenhuma relação mais próxima – o teste Spycar.
Enquanto o teste de antivírus trabalha com a transferência de uma linha de código de padrão viral – mas não infecciosa – para o computador, o Spycar atua direto do navegador. Para realizar o teste das defesas instaladas, é necessário acessar a licença de uso do Spycar e clicar no link “Click here to agree” (clique aqui para concordar).
Lista de arquivos que devem ser bloqueados pelo antispyware no Spycar
O link leva a outra janela com uma imagem PNG ao centro. Caso o seu anti-spyware funcione corretamente, dois alertas devem ser emitidos – no mínimo – durante o carregamento: um para o arquivo SPYCAR.CSS e outro para o IMAGE.PNG. Alguns outros arquivos de imagem do site também podem ser bloqueados pelo aplicativo de segurança, entre eles: DROPPEDIMAGE.PNG, NAVBAR_0_ROLLOVER.PNG etc.

Barra limpa
iStockSe os testes funcionaram para você, e suas defesas acusaram corretamente os ataques simulados, parabéns! Isso significa que as escolhas feitas foram eficientes e protegem o computador de ameaças de maneira correta.
Caso contrário, aproveite que você já está no Baixaki e confira algumas das opções disponíveis no site para ajudar você a proteger sua vida digital da melhor maneira possível. Lembre-se de que, na rede, todo cuidado é pouco

Este material está disponível em: www.TecMundo.com.br

Como funciona um antivírus

Piratas maliciosos não param de dar vida a mais e mais pragas. Como os antivírus conseguem acompanhá-los e manter os computadores a salvo?


Por Eduardo Vieira Karas

Enquanto você esta aí, acessando tranquilamente o Blog David-Invictus, há uma briga subterrânea acontecendo sem parar nos confins da rede. De um lado, estão os espertinhos e mal-intencionados criando vírus cada vez mais devastadores.  Do outro, estão as empresas correndo atrás do prejuízo e buscando aprimorar seus softwares e sistemas de segurança.
Nesse eterno conflito entre vírus e antivírus, é praticamente impossível ficar imune às pragas que rondam o mundo cibernético. Ao menos que você isole totalmente o seu computador — isto é, não use a internet e não trabalhe com dispositivos externos (CDs, DVDs, pendrives etc.) —, não há como fugir das possíveis ameaças.
Dessa forma, a solução imediata é possuir um antivírus atualizado e de confiança. No entanto, se você sempre se perguntou o que um programa desses tem que o torna capaz de combater e eliminar arquivos maliciosos, chegou a hora de saber um pouquinho mais sobre o assunto.

Guaritas e cães de guarda

Você já reparou como os programas de antivírus sempre estão relacionados a escudos, muralhas, cadeados e outros elementos de vigilância? Isso não é à toa: você pode pensar nesses softwares como verdadeiros esquemas de segurança armados para proteger os seus aparelhos.
Imagine que em sites, emails, arquivos baixados e dispositivos externos conectados à máquina existem intrusos querendo agir maliciosamente no seu sistema (para mais detalhes sobre os vários tipos de ameaças e ataques, consulte o nosso "glossário do mal").
Assim como em uma casa sem muros, um PC sem antivírus instalado permite a entrada de visitantes imprevistos e não os detecta posteriormente — você só percebe os problemas quando tudo fica mais lento, alguns programas travam e o sistema já não responde tão bem.
Um antivírus vigia, literalmente, as portas e portões do seu computador. É como se você pusesse guaritas monitoradas em cada uma delas. Desse jeito, tudo que entra precisa apresentar algo que podemos comparar a um passaporte ou certificado digital.

Como um antivírus reconhece e elimina ameaças?

Se você já teve ou tem um antivírus, certamente topa (e até com certa frequência) com avisos de que o banco de dados de vírus foi atualizado. E o que isso significa? Simples. Se os arquivos que entram na máquina precisam apresentar um “passaporte”, há uma lista de “passaportes” que não são permitidos e, portanto, são vetados pelos “guardas”.
Como explicado no começo deste artigo, as empresas que fabricam os programas de antivírus estão sempre na “cola” dos hackers que originam e disseminam novas pestes pela web, por isso existem atualizações diárias que mantêm a segurança.

Assim sendo, tanto na proteção ativa quanto nos rastreamentos completos no computador, as engrenagens dos antivírus comparam o formato e comportamento dos arquivos que entram com um banco de dados capaz de denunciar elementos perigosos. Resultado: se um componente é detectado, o antivírus o elimina para desinfetar o PC.

Um pouco mais a fundo

Apesar do método de reconhecimento citado acima ser o mais utilizado e efetivo na maioria dos casos, existem outras formas de um antívirus encontrar e neutralizar irregularidades no sistema. O processo chamado de análise heurística monitora constantemente as atividades do computador e entra em ação quando algum programa tenta modificar configurações do sistema ou arquivos importantes.
Pelo fato de vírus inéditos surgirem todos os dias, a biblioteca pode deixar alguma ameaça passar batida pela segurança inicial. Com a análise heurística, esse invasor pode ser descoberto enquanto age silenciosamente.
Outra lógica usada para acabar com viroses leva o nome de sandbox (caixa de areia). Nesse caso, um antivírus simula um ambiente (como se fosse uma máquina virtual, emulando acesso ao registro e componentes) para avaliar o comportamento de alguns arquivos e executáveis. Se a reposta for positiva, um alerta é disparado.

Arquivos em quarentena = cartão amarelo?

Por mais estranho que possa parecer, alguns arquivos podem ser enviados para uma espécie de “prisão”. A chamada quarentena (ou mover para quarentena) é uma opção que vários antivírus oferecem, em determinados casos, aos usuários.
Programas e aplicativos que têm conduta suspeita, mas, ainda assim, não são identificados pelo antivírus, podem ser movidos para a quarentena como uma forma de penalizá-los. Lá eles ficam sob monitoramento até que a base de dados seja atualizada e detecte o arquivo como um vírus.
No entanto, há casos de suspeitas levantadas que podem comprometer o registro do sistema ou até o funcionamento de aplicações e jogos. Os chamados "falsos positivos" ocorrem quando o código de um arquivo não comprometedor é identificado, erroneamente, com a mesma sequência de um vírus.
Quando o antivírus pede permissão para mover algo para quarentena, sugerimos, a fim de evitar maiores problemas, uma busca mais aprofundada sobre o nome em questão. Consulte nosso artigo sobre quarentena e não deixe de conferir as diferenças entre vírus, trojans e spywares para saber mais sobre o assunto.

Corrida de gato e rato

Enquanto houver brechas no funcionamento de eletrônicos, haverá gente disposta a burlar esquemas e agir de forma mal-intencionada. Portanto, quem deve estar atento para não sair perdendo nessa história é o próprio usuário.

Antes mesmo de escolher um antivírus, avalie seus hábitos de navegação e uso do micro. Arquivos de suma importância devem ser sempre copiados em backups, enquanto ações duvidosas devem ser evitadas (como abrir emails de desconhecidos ou clicar em banners que prometem absurdos).
Temos um guia completíssimo com algumas dicas que ajudam a proteger seu computador e também suas contas de email e em redes sociais. Vale lembrar que ataques de hacker podem ir muito além de travamentos, e alguns piratas podem efetivamente roubar senhas e até mesmo efetuar transações bancárias sem consentimento do dono.
Por fim, a dica que fica é: evite comportamento de risco e mantenha sempre um antivírus atualizado.  Não importa qual — teste alguns e tire suas próprias conclusões, pois nem sempre uma opção com centenas de configurações pode ser a melhor para a sua situação. Caso contrário, reze ou acenda velas (muitas!) para não ter dores de cabeça tão cedo com a sua máquina.
 
#Alterado, em parte, do original.
Este material está disponível em: www.TecMundo.com.br

Glossário do Mal: conheça os diferentes tipos de ataque ao computador

Snooping, Adware, Denial of Service... O que é isso? Saiba o que significam os termos mais utilizados por hackers e crackers de todo o mundo.

Por Renan Hamann

O sucesso do site WikiLeaks reacendeu algumas discussões acerca de um tipo de usuário muito controverso no mundo da tecnologia: os hackers. Amados por muitos, odiados por outros tantos, eles podem ser considerados os heróis da resistência tecnológica, mas há quem diga que são apenas usuários mal-intencionados e loucos para encontrar portas abertas para invasões.
Estes últimos são também conhecidos como crackers e são responsáveis por boa parte da má fama da classe. Mas estes termos (hacker e cracker) são apenas a ponta do iceberg gigantesco que é o universo dos invasores.
Acompanhe agora o glossário que o Baixaki preparou para explicar cada termo designado para os ataques e técnicas realizados por usuários deste gênero. Também não podemos nos esquecer de muitos outros termos relacionados aos aplicativos e arquivos que são apenas um peso para os computadores, aqueles que nem deveriam ter sido lançados, mas incomodam a vida de todos.
Está preparado para conhecer os termos?

A

Adware: este tipo de arquivo malicioso nem sempre é baixado por acidente para o seu computador. Alguns programas carregados de propagandas que só as eliminam após a aquisição de uma licença também são considerados adwares. Em suma, um adware é um aplicativo que baixa ou exibe, sem exigir autorização, anúncios na tela do computador.
Application-Layer Attack: os “ataques na camada de aplicação” podem ser feitos tanto em servidores remotos quanto em servidores de rede interna. São ataques nas comunicações dos aplicativos, o que pode gerar permissões de acesso aos crackers em computadores infectados. Aplicativos que utilizam base de dados online (como Adobe Reader) também podem ser atingidos.
Informações secretas não são tão secretas

B

Backdoor: traduzindo literalmente, “porta dos fundos”. São falhas de segurança no sistema operacional ou em aplicativos, que permitem que usuários acessem as informações dos computadores sem que sejam detectados por firewalls ou antivírus. Muitos crackers aproveitam-se destas falhas para instalar vírus ou aplicativos de controle sobre máquinas remotas.
Black Hat: o mesmo que “Cracker”. São os usuários que utilizam os conhecimentos de programação para causar danos em computadores alheios.
Bloatware: os “softwares bolha” não são considerados aplicativos de invasão. Na verdade, são programas que causam perda de espaço livre nos computadores por serem muito maiores do que deveriam ser. Ou possuem muitas funções, mas poucas que são realmente funcionais. Alguns dos softwares considerados Bloatwares são iTunes, Windows Vista e Nero.
Bluebugging: é o tipo de invasão que ocorre por meio de falhas de segurança em dispositivos Bluetooth. Com equipamentos de captura de sinal Bluetooth e aplicativos de modificação sem autorização, crackers podem roubar dados e senhas de aparelhos celulares ou notebooks que possuam a tecnologia habilitada.
Infelizmente há muito lixo por aí
Botnet: são computadores “zumbis”. Em suma, são computadores invadidos por um determinado cracker, que os transforma em um replicador de informações. Dessa forma torna-se mais difícil o rastreamento de computadores que geram spams e aumentam o alcance das mensagens propagadas ilegalmente.

C

Crapware: sabe quando você compra um computador pré-montado e ele chega à sua casa com algumas dúzias de aplicativos que você não faz ideia da funcionalidade? Eles são chamados de crapware (em português: software porcaria) e são considerados um “bônus” pelas fabricantes, mas para os usuários são poucos os aplicativos interessantes.
Compromised-Key Attack: são ataques realizados para determinadas chaves de registro do sistema operacional. Quando o cracker consegue ter acesso às chaves escolhidas, pode gerar logs com a decodificação de senhas criptografadas e invadir contas e serviços cadastrados.
Como se proteger?

D

Data Modification: alteração de dados. O invasor pode decodificar os pacotes capturados e modificar as informações contidas neles antes de permitir que cheguem até o destinatário pré-definido.
Denial of Service (DoS): “Ataque de negação de serviços” é uma forma de ataque que pretende impedir o acesso dos usuários a determinados serviços. Alvos mais frequentes são servidores web, pois os crackers visam deixar páginas indisponíveis. As consequências mais comuns neste caso são: consumo excessivo de recursos e falhas na comunicação entre sistema e usuário.
Distributed Denial of Service (DDoS): o mesmo que DoS, mas realizado a partir de vários computadores. É um DoS distribuído.
DNS poisoning: “envenenamento do DSN” pode gerar alguns problemas graves para os usuários infectados. Quando ataques deste tipo ocorrem, os usuários atingidos conseguem navegar normalmente pela internet, mas seus dados são todos enviados para um computador invasor que fica como intermediário.
Derrubar servidores é divertido para eles
“Drive by Java”: aplicativos maliciosos “Drive-by-download” são arquivos danosos que invadem os computadores quando os usuários clicam sobre alguns anúncios ou acessam sites que direcionam downloads sem autorização. O “Drive-by-Java” funciona da mesma maneira, mas em vez de ser por downloads, ocorre devido à contaminação de aplicativos Java.

H

Hacker: são usuários mais curiosos do que a maioria. Eles utilizam essa curiosidade para buscar brechas e falhas de segurança em sistemas já criados. Com esse processo, conseguem muito aprendizado e desenvolvem capacidades de programação bastante empíricas. Quando utilizam estes conhecimentos para causar danos passam a ser chamados de crackers.

I

ICMP Attack: ataques gerados nos protocolos de controle de mensagens de erro na internet. Um computador com o IP alterado para o endereço de outro usuário pode enviar centenas ou milhares de mensagens de erro para servidores remotos, que irão enviar respostas para o endereço com a mesma intensidade. Isso pode causar travamentos e quedas de conexão no computador vitimado.
Proteja seus dados
ICMP Tunneling: podem ser criados túneis de verificação em computadores invadidos, por meio da emissão de mensagens de erro e sobrecarga da conexão. Com isso, arquivos maliciosos podem passar sem interceptações de firewalls do computador invadido, passando por esses “túneis” de maneira invisível.
IP Spoofing: é uma técnica utilizada por crackers para mascarar o IP do computador. Utilizando endereços falsos, os crackers podem atacar servidores ou computadores domésticos sem medo de serem rastreados, pois o endereço que é enviado para os destinatários é falso.

K

Keylogging: é uma prática muito utilizada por ladrões de contas bancárias. Aplicativos ocultos instalados no computador invadido geram relatórios completos de tudo o que é digitado na máquina. Assim, podem ser capturados senhas e nomes de acesso de contas de email, serviços online e até mesmo Internet Banking.
Teclas rastreadas

L

Lammer: é o termo utilizado por hackers mais experientes para depreciar crackers inexperientes que utilizam o trabalho de outros para realizar suas invasões. Não se limitam a invadir sites, quando o fazem modificam toda a estrutura e até assinam as “obras” em busca de fama na comunidade.
Logic Bomb: este termo pode ser empregado em dois casos. O primeiro refere-se a programas que expiram após alguma data e então deixam de apresentar algumas de suas funcionalidades. O segundo, mais grave, é utilizado em casos de empresas que utilizam aplicativos de terceiros e quando os contratos são rompidos, estes softwares ativam funções danosas nos computadores em que estavam instalados.

M

Malware: qualquer aplicativo que acessa informações do sistema ou de documentos alocados no disco rígido, sem a autorização do administrador ou usuário, é considerado um malware. Isso inclui vírus, trojans, worms, rootkits e vários outros arquivos maliciosos.
Man-in-the-Middle-Atack: este tipo de ataque ocorre quando um computador intercepta conexões de dois outros. Cliente e servidor trocam informações com o invasor, que se esconde com as máscaras de ambos. Em termos mais simples: pode ser um interceptador de uma conversa de MSN, que passa a falar com os dois usuários como se fosse o outro.

P

Password-based Attacks: é o tipo de ataque gerado por programas criados no intuito de tentar senhas repetidas vezes em curtos intervalos de tempo. Criando instabilidades na verificação do logon referido, podem ser geradas duplicatas de senhas ou logons válidos.
Bombas relógio nos computadores
Ping of Death: um invasor realiza constantes Pings na máquina invadida para causar travamentos na banda e até mesmo para travar o computador. É um tipo de ataque Denial of Service.
Phishing: mensagens de email enviadas por spammers são criadas com interfaces e nomes que fazem referência a empresas famosas e conhecidas, como bancos. Nestas mensagens são colocados links disfarçados, que dizem ser prêmios ou informações sobre a empresa em questão, mas na verdade são arquivos maliciosos.
Phreaker: os hackers de telefonia. São responsáveis pelo roubo de sinal de outros aparelhos e também por desbloquear aparelhos famosos, como é o caso dos especializados em desbloqueio do iPhone.
Pod Slurping: é o nome atribuído às práticas de roubo de informações por meio de dispositivos portáteis pré-configurados para a atividade. Podem ser utilizados pendrives, iPods e muitos outros aparelhos de armazenamento portátil. Há ataques diretos desta maneira e também ataques que apenas abrem portas dos computadores para invasões.
Port Scanning: atividade realizada por Port scanners. É a varredura de servidores em busca de portas vulneráveis para a invasão posterior.
Eles estão em todos os lugares

R

Repudiation Attacks: quando aplicativos ou sistemas não são criados com os comandos corretos de rastreamento de logs, crackers podem utilizar isso para remodelar os envios de comandos. Assim, podem ser modificados os dados de endereçamento das informações, que são enviadas diretamente para servidores maliciosos.
Rootkit: tipo de malware que se esconde nas bases do sistema operacional, em localidades que não podem ser encontradas por antivírus comuns. São utilizados para interceptar solicitações do sistema operacional e alterar os resultados.

S

Scareware: malwares que são acessados pelos usuários mais desavisados, pois ficam escondidos sobre banners maliciosos. Podem ser percebidos em páginas da web que mostram informações do tipo: “Você está infectado, clique aqui para limpar sua máquina”.
Session hijacking: roubo de sessão. Ocorre quando um usuário malicioso intercepta cookies com dados do início da sessão da vítima em algum serviço online. Assim, o cracker consegue acessar a página do serviço como se fosse a vítima e realizar todos os roubos de informações e modificações que desejar.
Scanners: são softwares que varrem computadores e sites em busca de vulnerabilidades.
Script Kiddy: o mesmo que Lammer.
Todo cuidado é necessário
Server Spoofing: o mesmo que IP Spoofing, mas direcionado a servidores VPN.
Sidejacking: prática relacionada ao Session hijacking, mas geralmente com o invasor e a vítima em uma mesma rede. Muito frequentes os ataques deste tipo em hotspots Wi-Fi sem segurança habilitada.
Shovelware: é o tipo de aplicativo que se destaca mais pela quantidade de funcionalidades do que pela qualidade das mesmas. Muitos conversores multimídia fazem parte deste conceito de shovelware.
SMiShing: similar a phishing, mas destinado a celulares (SMS).
Smurf: o mesmo que ICMP Attack.
Sniffer Attack: tipo de ataque realizado por softwares que capturam pacotes de informações trocados em uma rede. Se os dados não forem criptografados, os ofensores podem ter acesso às conversas e outros logs registrados no computador atacado.
Firewalls para evitar problemas
Snooping: invasões sem fins lucrativos, apenas para “bisbilhotar” as informações alheias.
Social Engineering (Engenharia Social): é o ato de manipular pessoas para conseguir informações confidenciais sobre brechas de segurança ou mesmo sobre senhas de acesso a dados importantes.
Spam: mensagens enviadas em massa para listas conseguidas de maneira ilegal. Geralmente carregam propagandas sobre pirataria de medicamentos. Também podem conter atalhos para páginas maliciosas que roubam listas de contatos e aumentam o poder de ataque dos spammers.
Spoof: mascarar informações para evitar rastreamento.
Spyware: são aplicativos (malwares) instalados sem o consentimento dos usuários. Eles são utilizados para capturar informações de utilização e navegação, enviando os logs para os invasores. Keyloggers fazem parte desta denominação.
Não há portas impossíveis de abrir

T

TCP Syn / TCP ACk Attack: ataques realizados nas comunicações entre servidor e cliente. Sendo enviadas mais requisições do que as máquinas podem aguentar, a vítima é derrubada dos servidores e perde a conexão estabelecida. Podem ocorrer travamentos dos computadores atingidos.
TCP Sequence Number Attack: tentativas de previsão da sequência numérica utilizada para identificar os pacotes de dados enviados e recebidos em uma conexão. Quando é terminada com sucesso, pode emular um servidor falso para receber todas as informações do computador invadido.
TCP Hijacking: roubo de sessão TCP entre duas máquinas para interferir e capturar as informações trocadas entre elas.
Teardrop: uma forma de ataque Denial of Service. Usuários ofensores utilizam IPs inválidos para criar fragmentos e sobrecarregar os computadores vitimados. Computadores mais antigos podiam travar facilmente com estes ataques.
Trojan: tipo de malware que é baixado pelo usuário sem que ele saiba. São geralmente aplicativos simples que escondem funcionalidades maliciosas e alteram o sistema para permitir ataques posteriores.
Lacrar o computador é impossível

V

Vírus: assim como os vírus da biologia, os vírus de computador não podem agir sozinhos. Anexam-se a outros arquivos para que possam ser disseminados e infectar mais computadores. São códigos que forçam a duplicação automática para aumentar o poder de ataque e, assim, criar mais estrago.

W

White Hat: hackers éticos.
Worm: funcionam de maneira similar aos vírus, mas não precisam de outros arquivos hospedeiros para serem duplicados. São arquivos maliciosos que podem replicar-se automaticamente e criar brechas nos computadores invadidos. Disseminam-se por meio de redes sem segurança.
.....
Assim termina o glossário de termos que são considerados maliciosos. O Baixaki espera que todos tenham gostado destas informações e que, principalmente, elas tenham sido úteis para o esclarecimento de cada um. Agora deixe um comentário para nos contar se já conhecia todos estes termos e qual achou mais interessante

Este material está disponível em: www.TecMundo.com.br

terça-feira, 12 de julho de 2011

Guia de segurança digital: Saiba como se proteger dos hackers

Ramon Cardoso Da redação

A recente onda de ataques a importantes servidores no mundo – como os sites do Governo brasileiro, e a PlayStation Network, da Sony, por exemplo – fez muita gente se perguntar “será que o meu computador está protegido?”. A resposta, apesar de frustrante, é “Não!”, e seria ilusão pensar que, se até a NASA e o FBI já foram invadidos, nós, 'meros mortais', estaríamos imunes.
Em geral, o método de ataque mais comumente utilizado pelos hackers é o DoS (Denial of Service, em português, Ataque de Negação de Serviço). Ao contrário do que muitos pensam, esse tipo de ataque não utiliza diretamente os computadores utilizados pelos próprios hackers, mas servidores externos e até mesmo computadores comuns, como esse aí na sua frente.
Ameaças virtuais (Foto: Arte/TechTudo)
Ameaças virtuais (Foto: Arte/TechTudo)
Tirando o fato de que o seu computador possivelmente não seja tão interessante para os hackers quanto os da NASA ou os do FBI, existem algumas medidas que podem ser adotadas por você para dificultar uma “invasão” desse tipo e proteger o seu computador contra hackers. A principal delas é a utilização de um bom firewall, que são dispositivos responsáveis por controlar o tráfego de dados entre computadores e a rede externa.
Obviamente, a utilização de antivirus e antimalwares - além de senhas seguras e bom senso durante a “navegação” - também é um importante fator para aumentar a segurança do seu computador.
Para facilitar, o TechTudo criou este guia de segurança digital, e blog David-Invictus com importantes dicas sobre como deixar o seu computador mais seguro. Abaixo, listaremos algumas opções (gratuitas e pagas) de firewalls, antivírus e antispyware, bem como dicas para tornar seus hábitos de navegação mais seguros.
Importante: os softwares listados abaixo devem ser utilizados individualmente - apenas um antivírus, um antispyware e um firewall. A utilização simultânea de mais de um programa da mesma categoria, como dois antivirus, pode causar conflitos entre as ferramentas de proteção e impedir o correto funcionamento da mesma, reduzindo sua eficácia.
Firewall
Firewall (Foto: Reprodução)
Firewall (Foto: Reprodução)
Como explicado anteriormente, um firewall (algo como "barreira de fogo", em português) é um software responsável por criar diretivas de segurança para o tráfego de dados, criando "barreiras" às ameaças presentes na rede externa, por meio do monitoramento das portas do computador - o equivalente a uma portaria de prédio, só que no seu computador.
A não-utilização de um firewall deixa o computador desprotegido e vulnerável ao acesso de pessoas e softwares mal-intencionados, deixando as portas (de conexão do computador) livres para que qualquer um acesse.
Desde o XP, lançado em 2001, o sistema operacional Windows passou a incluir um serviço de firewall próprio em seu sistema, o Windows Firewall. Porém, muitos usuários, por motivos diversos, optam por utilizar serviços de firewall independentes, escolhendo entre as diversas opções disponíveis no mercado.
É importante lembrar que o "firewall adequado" varia de acordo com as características de navegação de cada usuário, assim como suas necessidades. O principal motivo para isso é que a maioria dos softwares necessita de configurações iniciais e de um tempo para se adaptar ao sistema e à forma de utilização do internauta.
ZoneAlarm Firewall: versão gratuita do famoso Zone Alarm Pro Firewall, considerado por muitos o melhor firewall da atualidade. Com várias ferramentas de segurança e recursos para monitoramento ativo do computador, o ZoneAlarm promete proteção total contra ataques virtuais e conteúdos maliciosos, exibindo alertas e notificações sempre que uma atividade suspeita é detectada.
ZoneAlarm (Foto: Divulgação)
ZoneAlarm (Foto: Divulgação)
Comodo Firewall: o Comodo Firewall é uma das melhores opções gratuitas do mercado. O software faz parte da suite de proteção Comodo Internet Security, composta por firewall, antivirus e software de manutenção. O firewall Comodo exige um pouco de paciência para ser configurado e para identificar, permitir ou bloquear (caso seja detecada uma ameaça) as atividades do computador, mas é muito bom.
Outpost (Foto: Divulgação)
Outpost (Foto: Divulgação)
Outpost Firewall Free: assim como o ZoneAlarm, o Outpost possui uma versão paga, o Outpost Firewall Pro. Apesar de possuir menos recursos que a versão comercial, o Outpost Free é uma ótima ferramenta de proteção e cumpre com as funções de um bom firewall. O software também possui recursos de monitoramento em tempo real e, graças ao seu banco de dados, é capaz de identificar e impedir o acesso das principais ameaças virtuais.

Antivírus

Existem diversos tipos de vírus na internet e, graças à constante produção dessas "pragas virtuais", muitos ainda não foram identificados. Suas ações variam desde simples modificações no sistema até a liberação do acesso de usuários externos (hackers), que podem utilizar seu computador como ferramenta para a realização de ataques.
Por esse motivo, mais importante do que a própria escolha de um software antivírus é a atualização constante de os bancos de dados, disponibilizados regularmente pelas empresas desenvolvedoras com as principais ameaças detectadas. Além disso, a realização de verificações periódicas também é outro fator que reduz os riscos de ataques e invasões.
Avast! Free Antivirus (Foto: Divulgação)
Avast! Free Antivirus (Foto: Divulgação)
avast! Free Antivirus: versão gratuita do famoso Avast, um dos antivírus mais utilizados em todo o mundo. Para sua nova versão, a empresa desenvolvedora promete, além de uma interface mais bonita, ferramentas mais leves e eficientes de proteção e detecção de vírus e spywares, além do tradicional superbanco de dados, atualizado regularmente com as principais pragas da internet.
Avira AntiVir Personal Free: outra excelente alternativa para internautas que desejam um antivírus gratuito, porém leve e eficaz. Com sua ferramenta de detecção em tempo real, o Avira mantém o computador constantemente protegido. O software também monitora as ações dos usuários e os sites visitados, realizando buscas por atividades suspeitas e páginas potencialmente prejudiciais.
Avira AntiVir (Foto: Divulgação)
Avira AntiVir (Foto: Divulgação)
Kaspersky: o Kaspersky é um antivírus pago, e já foi considerado o melhor do mercado por sites especializados em softwares de proteção. O aplicativo protege o computador contra vírus, worms, cavalos de troia, spywares e outros tipos de malware, baseando suas ferramentas de detecção e remoção em um banco de dados constantemente atualizado. Nesta versão para download, o Kaspersky está disponível para teste durante 30 dias.
Antispyware
Spyware (programas espiões) é um tipo de malware, responsável por invadir o seu computador e, sem o seu conhecimento ou autorização, transmitir dados confidenciais (como sua senha do banco, e-mail ou rede social) para uma rede externa. Com isso, a praga torna o sistema vulnerável e passível de ser utilizado por usuários maliciosos.
Da mesma forma que os programas antivírus, os antispywares têm a função de impedir o acesso de pragas aos dados, identificando e removendo as que, eventualmente, já tenham sido instalado. A atualização constante dos softwares e a utilização conjunta de um antivírus - alguns vírus contém spywares - são as melhores formas de aumentar a segurança do seu computador.
Ad-Aware (Foto: Divulgação)
Ad-Aware (Foto: Divulgação)
Ad-Aware: ferramenta desenvolvida pela Lavasoft e especializada na detecção e remoção de spywares presentes no sistema. O software já foi considerado o melhor de sua categoria por alguns sites especializados e ainda é uma das melhores opções gratuitas. O Ad-Aware é capaz de detectar vírus, trojans, rootkits, keyloggers e diversos outros tipos de códigos potencialmente maliciosos presentes nos computadores.
ZoneAlarm Anti-Spyware: o ZoneAlarm aparece novamente na lista, dessa vez sob a forma de uma poderosa ferramenta para detecção e remoção de spywares e outras ameaças. Além do tradicional método de identificar e remover arquivos maliciosos já instalados no sistema, o ZoneAlarm Anti-Spyware possui o diferencial de identificar ameaças antes que elas cheguem ao computador e impedir o acesso.
Spyware Doctor: assim como o Ad-Aware, o Spyware Doctor também possui ferramentas integradas para a detecção de vírus e outros tipos de códigos maliciosos. O aplicativo é uma poderosa ferramenta para proteção do computador e, no link para download acima, está disponível para teste pelo período de 15 dias.
Spyware Doctor (Foto: Divulgação)
Spyware Doctor (Foto: Divulgação)
São muitas as alternativas de softwares disponíveis no mercado, e nós listamos apenas algumas das mais famosas e conceituadas dentro de suas categorias. Por motivos óbvios, alguns bons softwares ficaram de fora da lista, o que não significa que eles sejam menos eficientes do que os escolhidos (ou que não sejam recomendados pelo TechTudo).
O objetivo desta matéria é alertar para os perigos da internet e para a importância da utilização conjunta de softwares firewall, antivírus e antispyware, ainda que não sejam os aqui listados, visto que cada usuário possui necessidades e preferências específicas. Se desejar, visite a seção de segurança do TechTudo downloads e confira outros softwares disponíveis em nosso site.

Navegação
De nada adianta possuir as melhores ferramentas de proteção do mercado se o usuário não tiver bons modos e bom senso durante a navegação. Seria o mesmo que comprar um carro super seguro e, só por isso, se expor constantemente ao perigo, realizando manobras imprudentes e dirigindo em locais que não são seguros.
Sendo assim, o internauta deve estar sempre atento aos sites que frequenta e evitar acessar páginas de procedência desconhecida ou com conteúdo suspeito. Além disso, é importante também ter cuidado com os e-mails e mensagens (spams) presentes em redes sociais e outros sites, pois muitas vezes são enviados links para páginas falsas (phishing) ou mesmo contendo spywares.
Um exemplo frequente dessa situação é o recebimento de supostos e-mails de instituições financeiras ou de outras empresas com as quais o usuário tenha alguma relação. Nesses casos, geralmente é solicitada alguma espécie de confirmação de dados ou o direcionamento para uma outra página, geralmente falsa e muito semelhante à original. Na dúvida, não clique em nenhum link e entre em contato com a empresa em questão para se informar sobre a veracidade da mensagem.
Por último, porém não menos importante, evite utilizar computadores públicos para acessar sites em que seja necessário fornecer dados como senha bancária e até mesmo a de uma conta de e-mail pessoal, já que a sua caixa de entrada pode conter muitas outras informações úteis aos hackers. Nesse último caso, a dica é possuir um e-mail principal, para assuntos importantes, e um alternativo, para cadastro em sites e outras atividades secundárias.
Criação de senhas
Para muita gente, a criação de senhas é uma tarefa que, de tão simples, não merece atenção e não oferece nenhum perigo - e é exatamente com esse pensamento que usuários mal-intencionados contam, pois, sem muito esforço, conseguem descobrir muitas senhas e ter acesso a todo o conteúdo que elas guardam.
Password (Foto: Reprodução)
Password (Foto: Reprodução)
Utilizar datas de nascimento, números de telefone, nomes de animais de estimação ou sequências numéricas como senha não é uma atitude recomendada e está longe de ser uma estratégia segura. Isso pode parecer óbvio, mas estudos já comprovaram e, recentemente, a divulgação de senhas pelo grupo hacker LulzSec confirmou que a senha "123456" continua sendo a mais utilizada.
Se você não quer facilitar a vida dos hackers, opte por utilizar senhas seguras, também chamadas de "senhas fortes". As principais dicas para a criação de senhas desse tipo consistem em utilizar letras e números, maiúsculas e minúsculas, e códigos com, no mínimo, seis caracteres. A combinação desses elementos não impede, mas com certeza dificulta a ação de hackers.

Este material está disponível em www.TechTudo.com.br.